Nesta terça (18), Servidores públicos federais se manifestam em frente ao Ministério da Economia, em Brasília. O ato, marcado para as 14 horas, reivindica reajuste salarial que não ocorre há cinco anos. Quem informa é o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do TCU (Sindilegis), Alison Souza.

As perdas da categoria já ultrapassam os 27%. O último reajuste ocorreu em 2017, relativo ao plano de carreira negociado em 2016. O ministro da Economia, Paulo Guedes, é contra atender as demandas salariais. “Estimamos presença de pelo menos 50 categorias no ato. Entre elas, Servidores da Receita Federal, Itamaraty, advogados públicos, Servidores do Legislativo, pessoal da fiscalização agropecuária e vários outros setores do Estado”, ele afirma.

O dirigente, também vice da Confederação Conacate, ressalta que é geral a indignação com o tratamento pelo governo. “O Presidente da República disse que daria aumento apenas pra algumas categorias, mais ligadas à sua base eleitoral. É inaceitável. Esse movimento está só começando”, ressalta Alison.

Limite – Caso o reajuste não ocorra neste ano, só em 2024. Isso porque a legislação proíbe a reavaliação de salários em anos de troca de mandatos no Executivo. Para o presidente do Sindilegis, a luta é pela reposição salarial que reduza as perdas geradas pela inflação.

“Todos os trabalhadores do setor privado tiveram reajuste, o salário mínimo teve recomposição. Mas em cinco anos nosso salário sofre defasagem de quase 30%. Esperamos que o governo tenha a responsabilidade de negociar com o funcionalismo”, conclui Alison Souza.

MAIS – Acesse os sites do Sindilegis e Conacate.

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