O Sindicato dos Jornalistas do Estado de SP (SJSP) enfrenta intransigência das empresas de jornais e revistas da Capital. Os profissionais buscam o reajuste salarial, mesmo após quatro meses passados do vencimento da data-base da categoria.

O sindicato representante das empresas propõe reajuste de 4,45% nos salários até R$ 10 mil e valor fixo de R$ 445,00 para vencimentos acima desse valor. Além disso, os patrões não sinalizam com o pagamento de retroativos e tentam a retirada de multa da Participação nos Lucros e/ou Resultados.

Para o SJSP a proposta é inadmissível e já foi rejeitada em assembleia. Os trabalhadores reivindicam aumento salarial de 8,9% para todos, com o pagamento retroativo a partir da data-base e manutenção do valor da multa de PLR.

Em Nota, a entidade de classe lembra que, mesmo em uma condição econômica mais delicada, o setor patronal do interior concedeu reajuste de 8,5%.

Outro ponto abordado pelos Jornalistas é que o Congresso Nacional pactuou a extensão da desoneração das folhas de pagamentos das empresas até 2026. Dessa forma, as empresas de jornais e revistas poderiam melhorar sua proposta.

Reunião – Após dialogar com a categoria, o sindicato patronal fará reunião nesta semana para discutir e oferecer nova proposta. Haverá, também, mesa de negociação com o SJSP na quarta (20), às 15 horas.

Diante desses desdobramentos, os Jornalistas de SP convocam os profissionais das empresas de jornais e revistas da Capital para debater proposta do setor patronal.

Ato – Dia 30 de setembro, o SJSP realizou ato em frente à sede da Folha de S. Paulo, reivindicando o reajuste salarial. O presidente da entidade, Thiago Tanji, é empregado do jornal.

MAIS – Acesse o site do Sindicato dos Jornalistas.

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