Na última segunda (20), a Câmara dos Vereadores de São Paulo realizou audiência pública para debater o projeto do governador Rodrigo Garcia (DEM) de privatização da Sabesp. O Sintaema (Sindicato dos Trabalhadores em Água, Estogo e Meio Ambiente do Estado de SP) participou e reforçou sua luta em defesa da empresa.

Segundo o presidente da entidade, José Faggian, esse projeto de privatizar as empresas públicas se iniciou em 2016. “De forma assustadora, desde 2016, os governos Michel Temer e Jair Bolsonaro tomaram a decisão de passar a boiada com normas e leis que só miram a destruição do meio ambiente no Brasil”, afirma.

Para Faggian, há diversos ataques contra o patrimônio e a soberania nacional em curso. “Não há limites para o governo que se instalou no Palácio do Planalto. Entre os diversos crimes cometidos pelo governo Jair Bolsonaro, destacamos a privatização da Eletrobras. Nenhum país que pensa em seu povo vende seus recursos energéticos”, enfatiza o dirigente.

Durante a audiência pública, todos os presentes destacaram o valor e a potência da Sabesp. “É uma empresa lucrativa, que distribui dividendos. Uma empresa bem avaliada, produtora de tecnologia, referenciada no mundo por seu serviço de excelência. A privatização é um erro”, explica José Faggian.

De acordo com o presidente do Sintaema, os únicos que terão alguma vantagem com a privatização da empresa serão os que irão lucrar com a estrutura sólida da mesma. No caso, o setor privado. “Por isso essa sanha das gestões tucanas pela venda”, critica o sindicalista.

Luta – “O Sintaema sempre lutou pra preservar a função para a qual a Sabesp foi criada: garantir o acesso à água e ao saneamento de qualidade pra todos. O Sindicato nunca perdeu de vista a luta pelo investimento, valorização dos trabalhadores. É com este horizonte que o Sintaema se ampara pra defender de forma incansável a Sabesp”, conclui o presidente da entidade.

MAIS – Site do Sintaema.

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