O experiente repórter José Casado escreve matéria na revista Veja, na qual levanta a ponta do tapete da Aprosoja (sindicato patronal dos produtores de soja e milho em Mato Grosso), deixando mal na fotografia Antonio Galvani, seu presidente.

O gaúcho Galvani, bolsonarista juramentado, enfrenta racha em sua entidade, acusado de malversação e desvios.

Recentemente, logo depois que a Polícia Federal fez uma limpa na entidade, por ordem da Justiça, o próprio filho de Galvan foi ao Twitter denunciar patifarias do pai em parceria com suposta amante.

Uma das pistas que a Federal segue é a de suposto arranjo contábil para irrigar manifestações bolsonaristas. O esquema: A Aprosoja receberia recursos públicos e parte desse dinheiro iria para financiar atos pró-Bolsonaro.

Há poucos meses, o jornal Valor Econômico citou o presidente da Aprosoja como o mais influente agente do agronegócio junto ao governo e a órgãos públicos. Vale ler.

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