Cerca de 83 milhões de brasileiros receberão 13º salário neste final de ano. O pagamento poderá injetar R$ 233 bilhões na economia, aponta o Dieese – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. O 13º existe desde 1962, governo Jango.

O montante representa perto de 2,7% do PIB. Será pago aos trabalhadores do mercado formal, empregados domésticos, segurados da Previdência Social, aposentados e beneficiários de pensão da União, Estados e Municípios.

Valores – A maior parcela do 13º beneficia a região Sudeste, que concentra a maioria dos empregos formais, aposentados e pensionistas (49,3%). Na sequência, Sul (17,2%), Nordeste (15,4%), Centro-Oeste (8,5%) e Norte (4,8%). Os beneficiários do Regime Próprio da União representam 4,7% e podem estar em qualquer região do Brasil.

Segundo o diretor-adjunto do Dieese, José Silvestre Prado, não é possível precisar onde serão aplicados os recursos do 13º salário, mas a maioria das pessoas deve quitar dívidas. “Vivemos uma dura crise, famílias muito endividadas. Então, boa parte irá pra pagar dívidas. Outras pessoas farão compras de final de ano. Quando sobra alguma coisa, as pessoas aplicam”, diz.

Silvestre lembra que começo de ano traz despesas. “IPTU, IPVA, matrícula e material escolar. É prudente sempre se guardar uma parte do dinheiro do 13º”, orienta José Silvestre.

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