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domingo, 17/10/2021

Orçamento e a fome – Professor Oswaldo Barros

Orçamento de Contas do Estado deve se guiar pelo bom senso, visando principalmente ao bem-estar da população, em especial aos mais necessitados.

Hoje, em entrevista para uma rádio, Paulo Guedes assim respondeu: “…com a continuidade do Auxílio Emergencial a economia voltará a ser aquecida.”

Sabemos que o Estado não produz riqueza. Sabemos também que Orçamento de Contas do Estado deve se guiar pelo bom senso, visando principalmente ao bem-estar da população, em especial aos mais necessitados.

Vivemos há quase dois anos uma Pandemia, desemprego com índices de causar escárnio, extrema pobreza como há muito não se via, com apenas 12,79% da população do País até o momento vacinada… e a preocupação é injetar pouco dinheiro na economia?

Ahhh se não tivéssemos os escândalos anunciados na CPI da Covid-19 e teríamos frases “debochantes” buscando ganhar credibilidade junto a essa faixa da população.

Senhor ministro: R$ 150,00, R$ 250,00 e R$ 375,00, esses valores do “auxílio” mal conseguem suprir a refeição semanal das famílias, visto que os preços dos alimentos e os insumos para a sua confecção estão proibitivos pra quem tem fome.

Nossa gente humilde vive das ajudas de campanhas feitas pela população e não por essa miséria que o senhor coloca como aquecimento da economia.

Falamos isso porque coordenamos o CNTEEC CONTRA A FOME e a fome está matando. É muito triste ter que dizer isso, quando mais de 530.000 famílias choram suas perdas para a Covid-19.

Pense mais na necessidade de manter a vida, e a Economia irá agradecer, e os hospitais estarão recebendo menos pacientes. É uma questão de tempo.

Professor Oswaldo Augusto de Barros
Coordenador do FSTCNTEECFEPAAE

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