MP do Apagão vai precarizar setor elétrico

Se a “MP do Apagão” não for votada em uma semana, perde a validade. “É hora de reforçar a pressão para que os senadores não completem o desatino iniciado na Câmara”, adverte líder dos Engenheiros.

Vítima do desmonte neoliberal de Bolsonaro, o setor elétrico já sofre crise e alta nas tarifas.

A situação, denunciada por Sindicatos de trabalhadores do setor, é exposta também em artigo do presidente da Federação Nacional (FNE), Murilo Pinheiro, engenheiro elétrico.

Escreve: “O alerta de emergência hídrica emitido pelo governo em cinco Estados já trouxe acréscimo da ‘bandeira vermelha’ nas contas dos consumidores. Para os chamados livres, como empresas que compram energia diretamente dos geradores, a conta subiu no início do ano, com elevação de até 25%”.

Trabalhadores operacionais e engenheiros, por suas entidades, lutam pra que o Senado não aprove a privatização da Eletrobras – Medida Provisória 1.031, pautada para esta quarta.

A Eletrobras, maior da América Latina, responde por 30% da geração do País, detém várias hidrelétricas e, alega Murilo, “tendo a seu cargo a gestão de grande parcela do armazenamento de água utilizada no setor, é mais estratégica do que nunca à soberania e desenvolvimento nacionais”.

Custos – O aumento do custo de insumo essencial a famílias e ao setor produtivo pode gerar inadimplência e corte de serviço, redução no ritmo das empresas, inflação, desemprego e agravamento da situação nacional.

Se a “MP do Apagão” não for votada em uma semana, perde a validade. “É hora de reforçar a pressão para que os senadores não completem o desatino iniciado na Câmara”, adverte líder dos Engenheiros.

Clique aqui e leia o Artigo de Murilo.

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