Luta pelo Auxílio de R$ 600,00 precisa ser nacional, diz Miguel

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Miguel Torres acredita que a reivindicação possa se transformar em movimento

A luta pelo pagamento do Auxílio Emergencial começou pelas Centrais Sindicais, em março. A atuação junto ao Congresso garantiu cinco parcelas de R$ 600,00 a informais e para pessoas sem renda, em todo o País. O governo foi derrotado.

Mas, em 3 de setembro, o presidente Bolsonaro publicou a Medida Provisória 1.000, que corta pela metade o benefício. As Centrais reagem e tentam garantir R$ 600,00 até dezembro. Pra isso, lançam a Campanha Nacional “Nenhum Real a menos”.

Miguel Torres participou da live da Agência terça (15), quando falou da campanha e reforçou a importância dos R$ 600,00 para a população e a economia. “A pandemia continua e o custo de vida subiu. Portanto, esse valor é indispensável”, afirma o presidente da Força Sindical.

PRINCIPAIS TRECHOS:

Crise – A crise vai perdurar. Se o Auxílio permanecer em R$ 600,00 ajuda a movimentar a economia, nas comunidades principalmente. As pessoas usam esse dinheiro pra comer.

Campanha – A ideia das Centrais é coletar assinaturas em todos os Estados e exigir que o Congresso coloque pra votar essa MP. Se a Medida caducar, que é o que o governo quer, as pessoas vão receber só os R$ 300,00, e vai ficar por isso mesmo.

Câmara – Vamos pedir audiência ao Rodrigo Maia. Em março, as Centrais elaboraram plano pra enfrentar a pandemia. O governo queria R$ 200,00, já o Maia queria R$ 280,00. Nós ficamos horas conversando com ele, argumentamos e o convencemos a fechar o Auxílio em R$ 600,00.

Preços – Com o arroz a R$ 30,00 o pacote e o feijão por R$ 20,00, a pancada nos trabalhadores será muito maior. A Medida Provisória já tem emendas. Até deputados da direita estão defendendo os R$ 600,00.

Importância – O pequeno comerciante sabe o impacto do Emergencial. Estamos procurando também os líderes de organizações do comércio. Se 90% dos beneficiados compraram comida, isso fortaleceu o setor. Esperamos que eles atuem nessa batalha com a gente.

Proteção – O trabalhador informal não têm Sindicatos. Mas os Sindicatos não os abandona. A sociedade não enxerga que o sindicalismo está ao lado de todos os trabalhadores. Inclusive os informais. O movimento sindical é essencial à classe trabalhadora e ao País.

Live – Clique aqui e assista na íntegra.

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