Moacyr Tesch é vice da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST). Já presidiu a Contratuh, confederação do turismo e hospitalidade. Dia 11, ele representou a Central no encontro mediado pelo ex-presidente Lula com dirigentes do governo da Espanha. Em exame a reforma laboral progressista recém-aprovada no país.

Principais trechos:

Avaliação – “Na impossibilidade do nosso presidente, professor Oswaldo, eu falei pela NCST. Nos próximos dias, nossa direção avalia o encontro e define diretrizes. De todo modo, foi um passo muito positivo”.

Amplitude – “Rever, revisar, repactuar, não sei que nome adotar em relação à mudança na reforma trabalhista de Temer. Penso que devemos incluir esse tema num debate mais amplo, que é o crescimento econômico, a geração de empregos e a inclusão social”.

Conferência – “O sindicalismo discute uma nova Conferência da classe trabalhadora. Entendo que devemos definir um conjunto de propostas, pra levar aos candidatos, divulgar aos trabalhadores e também debater com a sociedade”.

Rejeição – “Vejo entre trabalhadores e até em empresários forte rejeição a Bolsonaro. E Lula, que nós ajudamos a eleger em duas ocasiões, reagrupa sua base histórica e consegue a reaproximação de setores que haviam se distanciado”.

Congresso – “Eleger um presidente compromissado com os trabalhadores e o social será um avanço. Mas precisamos ampliar a representação no Congresso Nacional. O sindicalismo debate essa ideia e busca caminhos”.

Ironia – “Na medida em que o ministro espanhol fazia sua exposição, mostrando que o acordo laboral protege o trabalho, prioriza o emprego, reforça a educação e busca a qualificação profissional, eu me lamentava por perceber que já tivemos isso por aqui e quase tudo foi desmantelado”.

Respeito – “O debate entre divergentes é salutar. Mas devemos desarticular esse ambiente de ódio, principalmente ódio a direitos, ódio à possibilidade do pobre estudar, comprar, comer arroz e feijão com mistura, ter sua casa própria”.

MAIS – Site da NCST.

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