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O Brasil cresceu e precisa Por Lindolfo dos Santos A unidade dos trabalhadores é o cimento e a força da independência nacional Nos últimos sete anos, acabamos com as privatizações, com o desemprego em massa e com o arrocho salarial, que quase arrasaram o País. A desesperança deu lugar à fé no trabalho, com a criação de 14 milhões de novos empregos com Carteira assinada; a estagnação, à retomada do crescimento; de um governo afastado do povo, à consagração popular do presidente Lula, com mais de 80% de aprovação do seu governo. A unidade forjada pelas Centrais Sindicais possibilitou o aumento real de 54% do salário mínimo, a aprovação da Convenção 151 da OIT, que dá o direito de negociação aos servidores públicos e o veto à Emenda 3, que retirava diretos dos trabalhadores. Através do PAC, o Estado está alavancando o desenvolvimento. A Petrobrás descobriu o pré-sal, colocando o Brasil entre as quatro maiores reservas de petróleo em todo o mundo. A gigantesca reserva do pré-sal abre a possibilidade do Brasil, em curto período de tempo, trilhar de vez o caminho da independência nacional, trazendo prosperidade ao nosso Estado, sucateado nesses 15 anos de administração tucana. Para isso, é preciso garantir que essas riquezas fiquem nas mãos dos brasileiros, com a imediata aprovação do regime de partilha e o fim dos leilões dos blocos petrolíferos. Ou aprofundamos as grandes mudanças rumo á independência econômica ou será o retrocesso. Os monopólios estrangeiros, que afundaram o mundo na crise – e seus representantes demo-tucanos, querem impedir o avanço do País e dos trabalhadores. Por isso, precisamos de mais força e de mais unidade para darmos o passo adiante. Contra o projeto de retorno ao projeto neoliberal os trabalhadores apresentam um projeto de desenvolvimento nacional, aprovado por mais de 25 mil dirigentes sindicais na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, em 1º de junho. É preciso dar um basta na ação dos monopólios e na política de juros altos que minam nosso esforço pelo crescimento. É necessário que o BNDES, ao invés de engordar o cofre dos monopólios, passe a financiar as estatais e as empresas nacionais não monopolistas. É preciso reduzir o superávit primário, controlar o câmbio e as remessas de lucros. Também concentramos nossos esforços pela redução da jornada para 40 horas semanais, fim do fator previdenciário e pelo aumento real de 6,7% do salário mínimo em 2011. Sou candidato a deputado federal para defender o projeto nacional de desenvolvimento aprovado pelos trabalhadores. Com a força do povo, Dilma é Lula de novo! Lindolfo dos Santos é secretário de Finanças licenciado da CGTB Nacional e candidato a deputado federal pelo PDT/SP |
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