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Em comentário feito na semana passada, listei uma série de êxitos do movimento sindical e inúmeras iniciativas promissoras. As listas poderiam ser ampliadas, e muito. A Confecom, como já acontece com a saúde, as cidades, a educação e outros temas é a ocasião de discussões amplas sobre a comunicação social envolvendo todos os aspectos e protagonistas dessa atividade que é central para a democracia. Realiza-se paulatinamente nos municípios, nos estados e, finalmente, em Brasília, com abrangência nacional. Auxiliadas pelos esclarecimentos dos jornalistas Altamiro Borges (autor do livro, que recomendo “A ditadura da mídia”) e João Franzin (da Agência Sindical e também autor do livro “Imprensa Sindical – Comunicação que organiza”, que tem sido, felizmente, muito difundido), as Centrais Sindicais decidiram defender uma agenda unitária com sete pontos. São eles: 1. Fortalecer a rede pública de comunicação; Ao mesmo tempo, um projeto de lei do deputado Vicentinho (PT-SP) propõe a criação de programas de rádio e TV gratuitos na televisão aberta para o movimento sindical, nos moldes em que existem os programas eleitorais gratuitos partidários. A participação efetiva na Confecom e esta proposta contemplam o empenho do movimento em meter sua colher de pau no caldeirão da comunicação. João Guilherme V. Netto é membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades João Guilherme V. Netto é membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores |
João Guilherme V. Netto |
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