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Há um novo jornal de economia na praça. É o Brasil Econômico que, nesta quarta (4), chega à edição de número 22. O formato é o germânico (um tablóide aumentado), impresso em papel salmão. Um diário pode dizer muito sobre a época, o País e o mundo. Fiquemos com o País, na edição desta quarta. Primeira página: Itaú Unibanco tem lucro de R$ 2,57 bi; Kia e Hyundai põem mais recursos no País. Páginas 12 e 13: Saldo da balança comercial brasileira sobe 7,5% de janeiro a outubro; Indústria de máquinas e equipamentos cresce 5,8% de agosto para setembro; Empresa construirá 25 trens, de oito vagões, para o metrô paulistano; Inflação diminui na última semana de outubro. Páginas 20 e 21 (Coluna da Lurdete): Empresa portuguesa investirá 35 milhões de euros em fábrica de transformadores no Nordeste; Kia vai montar fábrica em Salto (SP) e a Hyundai, aliada à Caoa, investirá R$ 1,2 bi em 2010. Páginas 28 e 29: Grupo Edson Queiroz abre fábrica de tintas e investe R$ 22,5 milhões; Basf amplia fábrica e desembolsa R$ 20 milhões. Páginas 32 e 33: Lopes abre 112 unidades em um ano; Braskem tem o melhor trimestre desde 2004. E, atenção, bolivarianos: em um mês a PDVSA-Venezuela paga US$ 300 milhões à Petrobras. Páginas 34 e 36: Rede Spoleto abrirá 20 lojas em países da América latina; Bob’s chega ao Chile com duas lojas. Páginas 36 e 37: Nívea cresce 15% em 2009. Páginas 38 e 39: Lucro líquido do Itaú Unibanco foi de R$ 2,57 bi no terceiro trimestre; Rentabilidade sobre o patrimônio chega a 18,9%. O jornal registra um momento de evidente aquecimento da economia, fato reforçado por seu concorrente Valor Econômico, cuja página A3 traz a matéria “Na contramão de outros países, salários no Brasil sobem 2,8%”. Por essas e por outras é que a oposição anda sem discurso. João Franzin |
João Franzin é jornalista Telefone
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