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Com a entrega da pauta, a reivindicação das 40 horas, que, nas últimas semanas, teve como foco central a Câmara dos Deputados (onde a PEC que reduz a jornada está para ser votada), desloca-se para as bases, chegando mais junto aos trabalhadores, especialmente no setor industrial. Coerência - Miguel Torres, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, ligado à Força Sindical, afirma: “O Estado de São Paulo tem uma economia de Primeiro Mundo. Portanto, a jornada de trabalho não pode ser de Terceiro Mundo ou de países com economia fraca e atrasada”. Mais informações: |
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