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Os trabalhadores na Usiminas de Taubaté aprovaram o estado de greve, na segunda-feira (8), em protesto contra o valor da 2ª parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) referente a 2009. Alegando queda no faturamento, a empresa não efetuou o pagamento do valor integral da segunda parcela da, que tinha sido negociado com o Sindicato e Comissão de PLR em agosto de 2009. O Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região exige a retomada imediata das negociações, com o objetivo de assegurar o valor da segunda parcela da Participação. Com o estado de greve, a empresa tem 48 horas para retomada das negociações ou poderá ser deflagrada greve por tempo indeterminado. Abuso - Segundo o presidente do Sindicato, Issac do Carmo, a Usiminas desrespeitou uma cláusula do acordo de PLR, que garante a renegociação caso alguma das metas afetasse muito o valor negociado para a segunda parcela. Ao contrário, depositou um valor menor na última sexta-feira (5). “Os trabalhadores não aguentam mais posturas arbitrárias da empresa com relação às negociações”, afirma.
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