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Segundo a presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, a deflagração da greve foi inevitável diante das condições do ensino. “O descontentamento é geral diante da falta de uma política de educação que contemple salários dignos, uma carreira estruturada e condições de trabalho”, disse. Pleito - Em carta aberta à população, a Apeoesp informou que 100 mil professores (cerca de 48% do total) são temporários. “Estamos em greve por tempo indeterminado, até que o governo negocie conosco o atendimento de nossas reivindicações em busca da melhoria da escola pública”, diz o texto. Uma nova assembleia deverá ser realizada no dia 12 no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Mais informações: |
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