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Mas os trabalhadores, de olho no forte crescimento do setor empresarial (empurrado por projetos como o “Minha Casa, Minha Vida”), querem mais. Veja: Reserva de vagas para mulheres; reserva de vagas para portadores de deficiência; remuneração que incorpore os ganhos de produtividade das empresas; kit higiene nas obras; lavanderia nos canteiros de obras; plano básico de PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados); liberação dos empregados, à razão de 1 a cada grupo de 50, uma vez no mês, para participar de atividades no Sindicato relacionadas com saúde, segurança no trabalho e otimização do ambiente de trabalho. O Sindicato da categoria é presídio por Antonio de Sousa Ramalho que, em seu editorial na edição de fevereiro de A Tribuna (jornal da categoria), dá conta da forte expansão do setor e anuncia: São Paulo abrirá 90 mil vagas na construção civil até 2012. Ele aponta que esse crescimento exigirá, por parte do empresariado e do governo, uma constante política de qualificação profissional. Mais informações: |
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