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Sindicalistas ligados à Força Sindical voltaram a Brasília, na terça-feira (23), para pressionar os líderes partidários a colocar a proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas, sem redução de salários, em votação no plenário da Câmara dos Deputados. Os manifestantes se concentraram no Anexo 2 da Casa, com faixas, cartazes e cantando palavras de ordem em defesa da redução da jornada. O presidente da Força Sindical, deputado federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho), afirma que as Centrais vão manter a pressão no Congresso, com a presença permanente em Brasília de dirigentes de Sindicatos, Federações e Confederações. “A aprovação da medida possibilitará a criação de muitos empregos”, lembra Paulinho. Nesta quarta (24), o movimento continuou com a participação de outras Centrais Sindicais. Segundo o presidente da CTB, Wagner Gomes, o Brasil sairá ganhando com a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. “O Dieese estima que a diminuição do tempo de trabalho resultará na criação de 2,5 milhões de novos postos de trabalho. Mais emprego significa mais salário e mais renda em circulação, impulsionando o crescimento do PIB”, ressalta. Ocupações - A executiva nacional da CUT também definiu, na terça-feira (23), um calendário de mobilizações no Congresso Nacional durante os meses de março e abril. São as chamadas “Ocupações Pacíficas do Congresso”, com grupos de sindicalistas se revezando em Brasília toda semana. A Central programa ainda um Dia Nacional de Luta para maio, em que serão realizadas greves, atrasos na entrada de turnos e mobilizações de rua em todos os setores de atividade. Mais informações: Leia também |
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