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As Centrais Sindicais vão começar a promover manifestações pelas 40 horas logo após o Carnaval, independentemente das ações conjuntas que serão definidas na reunião marcada para o dia 1º de março, em São Paulo. O objetivo é manter a mobilização na base – por meio de ações dos Sindicatos nos locais de trabalho e manifestações em locais onde há grande fluxo de pessoas. Na última quarta-feira (10), a executiva nacional da CUT decidiu promover um Dia Nacional de Luta, com paralisações, atrasos de turnos e mobilizações de rua, para intensificar a pressão no Congresso Nacional e sobre o empresariado pela aprovação da proposta de emenda à Constituição que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem redução de salários e com adicional de 75% sobre as horas extras. Segundo a direção da Central, os protestos deverão acontecer no mês de maio, após articulação de datas com as Confederações, Federações e Sindicatos filiados. A CUT também vai manter o diálogo com os parlamentares em Brasília e também nos Estados.
A Força também informou que está fazendo uma consulta com as entidades filiadas sobre a proposta apresentada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), sobre a possibilidade de redução da jornada para 42 horas, para saber sobre a viabilidade da proposta na sua base. Dieese - Após as manifestações desta semana na Câmara dos Deputados, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou à imprensa uma nota técnica com o objetivo de mostrar aos parlamentares à sociedade a importância da redução da jornada de trabalho para os trabalhadores e para o País. Leia a integra da nota no linque www.dieese.org.br Mais informações: |
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