Frente de Evangélicos combate proposta de reforma da Previdência

• 1º/11/2018 - quinta-feira

Movimento que congrega pessoas de confissão protestante, a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito reafirma sua posição contrária à reforma da Previdência e favorável aos direitos trabalhistas e sociais. A Agência Sindical entrevistou o estudante Vitor Medeiros, articulador da seção paulista da Frente, já organizada em 14 Estados.


Vitor Medeiros participa de gravação do Vídeo da Semana com João Franzin

. O que é a Frente

É um movimento formado em 2016, em defesa do Estado de Direito e das conquistas sociais. Agregamos pessoas das mais diversas confissões religiosas e também mantemos diálogo com movimentos religiosos e laicos. Nossa relação não é de igreja com igreja; é pessoal. O que nos une é a causa da justiça social.

. Cartilha e redes sociais

A Frente divulga Cartilha que mostra a relação entre a Bíblia e os direitos sociais. O material, além da distribuição nas igrejas e reuniões do movimento, pode ser baixado pela Internet. A página no face é www.facebook.com/frentedeevangelicos

. Frente e pastores midiáticos

As posições da nossa Frente, pelo caráter progressista, acabam se chocando com as bandeiras conservadoras de pastores midiáticos, como Silas Malafaia, Estevam Hernandes e outros. Mas não tem jeito: temos de difundir nossas posições, ainda que isso signifique uma luta de Davi contra Golias.

. Reforma da Previdência

O modelo da reforma de Temer promove exclusão social e afeta diretamente os mais pobres. E entre os mais pobres, com certeza, está uma larga faixa de pessoas que professam a fé evangélica. Buscamos alertar esses irmãos e levar esclarecimento até eles. As Centrais voltam a articular resistência à reforma, agora defendida por Bolsonaro, que mostra pressa em sua aprovação. O movimento sindical terá nosso apoio nessa luta.

. Eleições

Por discordar das posições políticas e da agressividade de Bolsonaro, a Frente de Evangélicos apoiou a candidatura de Fernando Haddad. No segundo turno, conseguimos aumentar bastante o apoio evangélico à candidatura que, a nosso ver, não estimulava a onda de ódio e violência.

Voltar Topo Enviar a um amigo Imprimir Home