10/5/2018 - O que será amanhã? - Oswaldo Augusto de Barros

• 10/5/2018 - quinta-feira


Oswaldo Augusto de Barros é professor
e presidente da CNTEEC (Confederação Nacional
dos Trabalhadores em Estabelecimentos
de Educação e Cultura).
Email:
barros2002@terra.com.br

Interessante a leitura que está sendo feita pela grande Mídia sobre o problema do desemprego e as suas consequências sociais que vivemos.

Parece que estar desempregado é coisa de vagabundo, que ser sem teto é um tipo de doença que só atinge “gentinha” e que morar na periferia em condições precaríssimas é uma felicidade indesejada.

Todos foram alertados que as reformas propostas não eram a solução. Sem um grande debate nacional, com um pacto de crescimento nada daria resultado.

ANAMATRA, Ministério Público do Trabalho, Movimento Sindical, OAB, Desembargadores e boa parte dos Ministros do TST, entre outros, nas Audiências Públicas e nos grandes Eventos se manifestaram sobre a precarização dos Contratos de Trabalho, nas contratações por salário aviltante, nos problemas de saúde que alterações acarretariam ao Trabalhador e que nenhuma perspectiva de crescimento era apontada como indicativo para a solução de reduzir o desemprego.

O crescimento pífio da Economia nada acrescentou de motivação para que perspectivas de melhorias servissem de alento. A arrecadação chega a níveis estarrecedores e o que se tem são Estados falidos que não honram obrigações mínimas às suas sobrevivências.

Onde estão os Arautos da Reforma Trabalhista e a “modernização” que traria o crescimento esperado?

Intocável em seu pedestal de horror está o Capital Financeiro que em nada é cobrado, nem responsabilizado por todo esse desmanche.

Onde estão as oportunidades aos micros e pequenos empresários que inovarão o Mercado aquecendo as contratações.

A implantação de uma transformação desse porte pelo Congresso Nacional, sancionada pelo Presidente da República, deveria externar todas essas respostas.

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