Dirigente da CSB vê em Getúlio o construtor do Estado nacional

• 16/4/2018 - segunda-feira

Alvaro Egea, secretário-geral da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros), falou ao Repórter Sindical na Web, na quinta (12). O sindicalista, membro da direção do Sindicato do Vestuário de Guarulhos, participou do segundo programa “Sindicalistas Getulistas”, série que, durante abril (Getúlio nasceu no dia 19), discute a herança trabalhista e nacionalista de Vargas.

Para o sindicalista, que também preside o Movimento Sindical do PDT no Estado de São Paulo, “Getúlio Vargas praticamente construiu o Estado nacional e dentro dessa construção eu incluo a CLT, a Justiça do Trabalho, o salário mínimo e a própria organização sindical”.

Outra marca do líder gaúcho, aponta Egea, é a garantia de uma base inédita para a indústria nacional. Ele comenta: "Getúlio tinha quase que uma fixação pela questão do petróleo e do aço, cujo controle é indispensável para o progresso do País e a própria soberania nacional”.

Revolução - Questionado por um telespectador sobre o que faria Getúlio Vargas hoje, ante um governo golpista e entreguista e um Congresso Nacional sem credibilidade, ele respondeu: “Acho que ele chamaria seus companheiros, pegaria em armas e conduziria outra revolução, como fez em 1930”.

O sindicalista também aponta em Getúlio Vargas a sagacidade de conseguir conciliar Estado e mercado, que, a seu ver, são dois pilares que se equilibram no processo de desenvolvimento.

Próxima - Quinta, dia 19, o terceiro programa da série receberá Pedro Afonso Gomes, presidente do Sindicato dos Economistas no Estado de São Paulo.

“Queremos enfocar o Getúlio governante, criador de mecanismos de fomento ao desenvolvimento e ao emprego, que deu um salto de qualidade em seus governos”, adianta João Franzin, apresentador do programa.


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