26/3/2018 - A face sombria da violência contra a mulher

26/3/2017 - segunda-feira


Ricardo Patah é presidente nacional da UGT
(União Geral dos Trabalhadores)
e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.
E-mail:
rpatah@uol.com.br
Facebook:
facebook.com/RicardoPatah

Em pleno século XXI, a face sombria da nossa história na discriminação contra a mulher está cada vez mais presente.

O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), no Rio, foi apenas mais uma das mortes violentas contra a mulher que ocorrem no Brasil.

A violência contra a mulher, que em muitos casos começa dentro de sua própria casa, ganha, lamentavelmente, força no ambiente de trabalho com a discriminação salarial, onde a mulher, mesmo exercendo funções iguais às dos homens, recebe, muitas vezes, um salário inferior em margens que variam de 30 a 40%. O combate a essa prática no País faz parte das ações do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Muito foi conquistado, mas muito ainda precisa ser feito, principalmente a consciência da sociedade de que ações discriminatórias contra a mulher devem ser combatidas e denunciadas. Só assim vamos evitar casos semelhantes ao da vereadora Marielle.

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