Os muitos modos para resistir e combater a aplicação da reforma trabalhista

 • 9/8/2017 - quarta-feira

Antes que entre em vigor, melhorada ou piorada pela lendária Medida Provisória de Temer, a reforma trabalhista precisa ser denunciada e combatida.

Muitas são as formas de resistir. Um dos caminhos é a resistência por categoria e já, nas campanhas salariais em andamento. Metalúrgicos organizam frente nacional da categoria. A Federação dos Professores (Fepesp) também mobiliza os 25 Sindicatos filiados. Outras categorias, ou ramos, seguem a mesma direção.

A resistência será mais forte e efetiva se estiver apoiada na própria categoria. Para tanto, cabe às direções levar informação, orientação e mobilizar as bases.

Onde for possível, cabe formar frentes amplas, reunindo vários setores sindicais.

Há, também, a frente jurídica, de questionamento das ilegalidades e frente à quebra de conquistas históricas, bem como do descumprimento de convenções internacionais das quais o Brasil é signatário.

O erro que não se pode cometer é colocar na frente o item custeio. Até porque, se o Sindicato não estiver perto do trabalhador, para que este o conheça melhor e o defenda, não haverá por que o empregado aprovar desconto para manutenção de sua entidade.

Informação - A imensa maioria tem a sensação de que a reforma é ruim. Mas muitos não saberão indicar os itens mais selvagens. Portanto, na comunicação, será preciso, além de massificar o caráter agressivo da reforma, identificar os pontos que mais lesam o trabalhador, seu emprego, sua renda, sua dignidade.

São Paulo, 9 de agosto de 2017
Agência Sindical

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