Morre cronista da nossa América Latina



Eduardo Galeano, jornalista e escritor nascido no Uruguai, morreu no último dia 13 de abril, na capital, Montevidéu, aos 74 anos vítima de câncer de pulmão. A presidente Dilma Roussef  se referiu ao escritor como  “um dos mais importantes escritores do nosso Continente. É uma grande perda para todos que lutamos por uma América Latina mais inclusiva, justa e solidária com os nossos povos”. 

Há anos, escreveu: “São muitos os cidadãos que perdem a opinião por falta de uso”. Trata-se de uma frase que não cabe a esse inquieto pensador, que usou todos os gêneros para expressar sua arte e indignação.  Sua obra mais conhecida.  “As Veias Abertas da América Latina”, de 1971, se tornou referência do pensamento anticapitalista quando regimes ditatoriais ainda reprimiam e oprimiam ao Sul do Equador.

Escreveu mais de 30 livros, de gêneros distintos como ficção, jornalismo, análise política e história, que foram traduzidos para  diversos idiomas. Outras de suas obras: “De pernas pro ar”; “Dias e noites de amor e de guerra”; “Futebol ao sol e à sombra”; “O livro dos abraços”; “Memória do fogo”; “Mulheres”; “As palavras andantes” e “Vagamundo”.

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