Negociações avançam e bancários neutralizam efeitos da MP 905

• 27/11/2019 - quarta-feira

Não haverá trabalho aos sábados, mantidos PLR e Piso Salarial da categoria

Os representantes dos trabalhadores bancários se anteciparam às maldades da MP 905 e negociaram nacionalmente pontos que são cruciais à categoria. A negociação com o patronato ocorreu em duas rodadas: a primeira, dia 14; a segunda, ontem (26).

 

Em entrevista para a Agência Sindical a presidenta da Contraf-CUT, Juvandia Moreira, disse que enfrentou uma dura negociação. “Foram dez horas de discussão sem o patronato querer ceder à nossa pauta. Mantivemos nossas conquistas. Sábados livres, Jornada, Piso Salarial, PLR”, comemora a Juvandia.

 


Juvandia ainda afirma que: “A negociação barra os efeitos da MP 905. Qualquer alteração nos direitos dos bancários tem que ser negociado com os sindicatos, independentemente de aprovação de outra lei”.

 

Impasse - O acordo ainda tem um impasse a respeito da duração. “Os trabalhadores pedem dois anos de garantia e o patronato quer duração até a próxima data-base”, explica Juvandia.

 

Efeitos da MP - Mesmo com Acordo Coletivo já firmado, inclusive PLR válido por dois anos, o patronato viu na MP uma possibilidade de romper o negociado. Juvandia alerta que: “Aceitar os efeitos da MP seria negar o Acordo Coletivo já firmado entre os representantes dos trabalhadores e o setor patronal”.

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