Centrais argentinas unificam forças contra política neoliberal de Macri

• 7/10/2019 - segunda-feira

O sindicalismo hermano avança rumo à unidade. A Central de Trabalhadores Argentinos aprovou em congresso dia 3 reunificar-se à Confederação Geral do Trabalho. A deliberação supera a ruptura ocorrida em 1991. "Todos apoiam a proposta de unir o campo popular para os tempos que se aproximam. Necessitamos de uma central que, com base na CGT, represente a todos", diz Hugo Yasky, dirigente da CTA.


Hugo Yasky, presidente da CTA, comandou o Congresso

O Congresso, que reuniu centenas de lideranças sindicais, teve a participação do candidato peronista à presidência, Alberto Fernández, favorito nas pesquisas contra o neoliberal Maurício Macri, à eleição dia 27.

“Depois de anos de políticas neoliberais que levaram os trabalhadores ao desastre, definimos com maturidade e responsabilidade o começo do caminho que conduzirá a um diálogo imprescindível rumo à unidade”, afirma Hugo Yasky. E completa: “Precisaremos de muita unidade pra ajudar a reconstruir um País endividado e destruído”.

A CTA tem 1,5 milhão de membros; a unificação à CGT vai agregar 12 milhões de trabalhadores.

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