Em sua melhor entrevista, Lula mostra vigor e firmeza à CartaCapital

• 9/9/2019 - segunda-feira

A revista CartaCapital desta semana (edição 1.971) publica a melhor e mais bem editada entrevista concedida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos tempos. Os jornalistas Mino Carta e Sérgio Lírio foram até Curitiba e, a partir da entrevista, publicam matéria de 11 páginas na Carta que está nas bancas, com Lula destacado na capa da publicação.

USA - Na entrevista, Lula deixa claro que Dilma sofreu um golpe, que tem componentes internacionais. Ele diz, ao falar da operação Lava Jato: “Eles esqueceram que era uma operação policial para investigar um determinado tipo de crime e transformaram em uma instituição com o objetivo político. Está claro o papel preponderante da Secretaria de Justiça dos Estados Unidos”.

O ex-presidente prossegue: “O objetivo era não me deixar ser candidato, era quebrar as empresas de engenharia no Brasil, quebrar a indústria de gás e óleo, quebrar a indústria naval, para que, a exemplo do ocorrido no Iraque, as grandes indústrias americanas e europeias viessem aqui fazer o que as brasileiras faziam”.

DESEMPREGO - “O desemprego começou quando eles começaram a boicotar o governo Dilma, a partir da eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara. Mas o período do PT no poder foi o melhor na distribuição de renda, geração de emprego e aumento no salário mínimo. O povo brasileiro não sabe ainda os efeitos da Lava Jato na economia. Precisamos dizer ao povo quantos milhões perderam o emprego e que 50 milhões estão trabalhando na informalidade”.

FORÇAS ARMADAS - “Fui o Presidente que melhor cuidou das Forças Armadas. E não foi por medo, mas pra que servem as Forças se não têm coturno, não têm armas, não têm preparo, não tem inteligência? Precisamos defender quase 16 mil quilômetros de fronteira seca, quase oito mil quilômetros de fronteira marítima, mais o pré-sal”.

INDÚSTRIA - “Somos do tempo em que havia gente que pensava no País, na indústria. Tinha o Antônio Ermírio, tinha o Bardella. Hoje, me aponte um.”

CANDIDATURA - “Tem um monte de gente entre 40 e 60 anos que pode sair candidato e eu me contentaria em ser cabo eleitoral. Agora, se não tiver ninguém capaz de derrotar essa podridão da elite brasileira, pode ficar certo que o Lula estará no jogo”.

ENTREVISTA COMPLETA - Clique aqui e leia

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