Agência Sindical assina embaixo artigo do consultor sindical Vargas Netto

• 3/9/2019 - terça-feira

Nosso mais qualificado consultor sindical, João Guilherme Vargas Netto, acaba de publicar um dos seus lúcidos e orientadores artigos - “A cabeça nas nuvens ou os pés no chão”.

Ao indicar, pra quem é do ramo, o erro tático por parte de certas direções sindicais, ele é direto: “Nunca soube de um exército derrotado que tentasse impor os termos da rendição aos vitoriosos. E é isto, me parece, que algumas direções andam tentando fazer ao se debruçar com insistência desmoralizadora sobre o projeto de uma futura organização sindical”.


João Guilherme Vargas Netto é consultor sindical e membro do Diap

No texto, ele propõe “pés no chão”. E avança: ”Isso pressupõe, ao invés do detalhamento utópico e diversionista sobre o futuro, estabelecimento desde já de alguns princípios de resistência e de contenção de danos capazes de unificar nossas posições. Primeiro, resistir ferozmente contra o desmanche sindical que já está em curso e, ao fazê-lo, aproximar-se das bases representadas que resistem às agressões que os trabalhadores sofrem.

Categoria - João Guilherme Vargas Netto escreve: “Princípio vital a ser mantido é o da representação total de categoria (limite de município), não se admitindo diferença de representação entre sindicalizados ou não, nem a discriminação dos resultados”.

Ratifica - A Agência Sindical assina embaixo, em cima e nos lados, a posição de Vargas. Até porque, neste momento, já se verifica o retorno gradativo da base trabalhadora às suas entidades, o que pode ser medido, por exemplo, pelo aumento da sindicalização.

Essa reaproximação também tem permitido duas conquistas: 1) A garantias dos direitos nas Convenções Coletivas; 2) Reposição das perdas pelo INPC, aumento real e mesmo avanço em cláusulas das Convenções. Mais: recente pesquisa do Ibope Inteligência mostra que, entre 2018 e 2019, a avaliação positiva dos Sindicatos cresceu 10 pontos – de 35 para 45.

O jornalista João Franzin afirma: “Aqui na Agência Sindical nós constatamos não só uma considerável capacidade de resistência das entidades, como também uma espécie de retorno da base aos Sindicatos. Mexer, portanto, será enfraquecer”.

Voltar Topo Enviar a um amigo Imprimir Home