PT produz Plano Emergencial de Geração de Emprego e Renda

• 14/8/2019 - quarta-feira

Dia 7 de agosto, o Partido dos Trabalhadores lançaria o Plano de Emprego e Renda. Não deu. Na mesma data, uma juíza de primeira instância transferiu Lula de Curitiba pra um presídio comum, em Tremembé, SP. A manobra obrigou o partido - e aliados - a um tour de force junto ao Supremo a fim de evitar a maldade.


De todo modo, o Programa foi bem avaliado por quem pôde acessar seu conteúdo, centrado em nove diretrizes, que apontam para a geração de sete milhões de vagas a curto e médio prazo.

Segundo o PT, a iniciativa é parte da proposta histórica de apontar caminhos para o País. Trata-se de uma saída para a crise nacional a partir da geração de emprego, renda e oportunidades.

De acordo com Gleise Hoffman, presidente do Partido, “a  solução é investir nos brasileiros; fazer o dinheiro rodar na mão do povo, aumentar o consumo, expandir a produção, fazer a roda da economia girar de novo”.

Relembre - Na divulgação do lançamento, adiado, o PT lista de iniciativas a aponta o que chama de legado do Partido na área econômica e social.

Emprego - Em 12 anos, os governos do PT geraram mais de 23 milhões de empregos formais. O IBGE registrou, em 2014, a menor taxa de desemprego da série histórica de pesquisa mensal. Naquele ano, o percentual de pessoas procurando trabalho era de apenas 4,8%.

Formalização - Na Presidência da República, o PT aumentou a formalização do trabalho. Entre 2003 e 2014, o percentual de formalização saltou de 45,7% para 57,7%.

Salário mínimo - Lula assumiu em 2003; o salário mínimo estava na casa dos R$ 200,00. Com a política de valorização, foi para R$ 510,00 em 2010 – aumento de 155% considerando o valor inicial ou 53,6% se descontada a inflação. Com Dilma, o valor chegou a R$ 880,00. Essa política de valorização foi destruída pelo governo Bolsonaro, que acabou com os ganhos reais dos trabalhadores.

Aumento do PIB - O Produto Interno Bruto per capita brasileiro cresceu apenas 6% entre 1980 e 2003 - ou 0,02% por ano. Entre 2004 e 2013, com os governos  Lula e Dilma, o PIB per capita aumentou 30%, equivalente a 2,6% ao ano.

Redução da pobreza - Todos esses indicadores econômicos resultaram na queda da extrema pobreza. Nos governos petistas, 36 milhões de famílias brasileiras saíram dessa situação - segundo o Banco Mundial, extremamente pobres são os que vivem com menos de US$ 1,90 por dia o equivalente a R$ 7,52.

Mapa da fome - O Brasil saiu do mapa da fome em 2014. Em 12 anos, o número de pessoas subalimentadas caiu 82%.

Soberano - Fundo Soberano do Brasil foi criado por Lula em 2008 para servir como uma espécie de poupança ao país em momentos de crises externas e ajudar a regular o valor do Real. O Fundo chegou a ter R$ 26 bilhões em ativos, mas foi esvaziado por Michel Temer, que chegou a assinar uma Medida Provisória para extinguir a reserva.

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