Fórum Sindical mobiliza Federações e Confederações rumo à Greve Geral

  • 12/6/2019 - quarta-feira

O Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), entidade representativa das Confederações e Federações que reúnem mais de nove mil Sindicatos, está empenhado em mobilizar suas bases para a Greve Geral do dia 14 de junho.


Oswaldo Augusto de Barros, coordenador nacional do FST, afirma à Agência Sindical que a mobilização pela Greve Geral está a todo vapor. “Todas as categorias profissionais estão engajadas na construção de uma grande paralisação, que mostre o descontentamento generalizado dos trabalhadores em relação à reforma da Previdência”, enfatiza.

Metroviários – A Fenametro (Federação Nacional dos Metroviários) deve repetir o êxito da paralisação de 2017, quando todos os metrôs do Brasil, com exceção do Rio de Janeiro, pararam. Para o dia 14, já estão confirmadas as adesões de todas as linhas da CBTU (Belo Horizonte, Recife, Maceió, João Pessoa e Natal), além de Porto Alegre e Salvador. O metrô de Brasília já está em Greve desde o dia 2 de maio. Em São Paulo, todas as linhas públicas já confirmaram a participação e o Sindicato busca engajar também as privadas (4-Amarela e 5-Lilás). Apenas os Metroviários de Rio de Janeiro e Teresina ainda não confirmaram a adesão.

Oswaldo ressalta que “cada categoria está preparando a Greve Geral de acordo com as suas possibilidades reais de mobilização. Metalúrgicos e Químicos, especialmente, estão buscando parar as fábricas. O importante é que todos participem e compareçam às grandes manifestações”, destaca.

Educação – Também presidente da CNTEEC (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura), o professor Oswaldo sublinha que, nos setores de Cultura e Educação, há particular desagrado com as medidas discriminatórias perpetradas pelo atual governo.

Cultura – “Os cortes da Educação não são aceitos pela sociedade e a voz das ruas mostrou isso claramente no último dia 15 de maio, com a Greve Nacional da Educação”, ressalta o professor, que relata também o descontentamento generalizado dos trabalhadores da Cultura, setor que está entre os que mais geram empregos indiretos.

Leia o artigo de Oswaldo Augusto de Barros, coordenador do Fórum Sindical dos Trabalhadores aqui.
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