*Por João Franzin.................................................................................................................
No dia 1º de Maio, haverá muitas festas, atos e ajuntamentos populares em todo o País, com formato e conteúdo variados, comemorando o Dia Internacional do Trabalho.
Tem tudo pra ser, mais uma vez, o maior 1º de Maio em todo o mundo, embora os eventos em São Paulo (Força, UGT, CTB, Nova Central e CGTB), da CUT
(só dela) e um provável do Conlutas não estejam sendo maciçamente divulgados.
Diante disso, algumas tarefas se impõem:
1) A imprensa sindical precisa divulgar maciçamente o evento e se organizar para a divulgação em tempo real, bem utilizando as redes sociais;
2) A divulgação deve dar indicações precisas do local, como chegar e meios;
3) Deve-se tentar espaço de convocação e cobertura junto à grande imprensa;
4) As Centrais devem criar fatos (atos públicos, concentrações etc.) que ajudem a massificar a convocação dos eventos.
O que foi colocado aí em cima serve para o antes e o durante. Há que se cuidar, também, do depois. A sugestão é que as Centrais Sindicais façam um esforço concentrado para, já no dia 2, apresentar um balanço com números e dados sobre o 1º de Maio brasileiro. Os sites e materiais de comunicação das entidades podem, e devem, repercutir a variedade e a magnitude dessas manifestações, também já no dia seguinte.
O jornal Valor Econômico, que tem coberto, de forma profissional, acontecimentos sindicais de mais peso, poderia ser motivado a cobrir esse grande 1º de Maio, revelando, aí com a visão jornalística, de fora, a dimensão desse grande dia em território brasileiro.
Lula - Ouso fazer uma proposta: que as Centrais ganhem o companheiro Lula para que ele faça uma inserção nas grandes emissoras de TV chamando, no geral, o povo a comparecer aos atos do 1º de Maio. Seria um golaço!
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João Franzin é jornalista
e assessor sindical |
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