*Por João Franzin.................................................................................................................
Quando se trava uma luta é fundamental saber qual o seu centro. O que mais importa, o que é decisivo, em que devem ser despejados os esforços e recursos.
Por isso, entre a atualização da tabela do Imposto de Renda e o aumento justo – dentro do possível – para o mínimo, não há dúvida de que o foco central é o aumento para o salário mínimo.
O movimento sindical deve estar atento para esse aspecto fundamental da luta atual e não cair no truque de trocar uma coisa pela outra. Até porque, como diria nosso amigo Acácio, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
O que mexe com a vida da Nação, interfere positivamente na economia, fortalece o mercado interno, reduz a pobreza (como quer Dilma) e melhora a vida das pessoas – efetivamente – é o salário mínimo (a ponto de ser citado pelo presidente da Bunge, dia desses, no encontro dos ricos em Davos, Suíça).
A reconquista de um salário mínimo digno é bandeira histórica e unitária do movimento sindical brasileiro, de todas as tendências. É uma luta, além de justa, simpática perante os olhos da população.
Portanto, o foco da luta, neste momento, deve ser o aumento efetivo do salário mínimo, sem deixar de tocar as outras tarefas, mas sem cair em manobras diversionistas. |
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João Franzin é jornalista
e assessor sindical |
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