*Por Paulo Pereira da Silva..................................................................................................
A unidade das Centrais Sindicais será importante para o Brasil enfrentar a crise financeira global com crescimento econômico e valorização do trabalho e da renda. O sucesso da nossa luta vai depender do acerto da tática adotada pelos trabalhadores durante esta luta. Será preciso pressionar o governo e o Congresso Nacional para que aceitem a agenda trabalhista. Temos de ressaltar que enfrentamos a crise no final de 2008, com aumento salarial, oferta de crédito e redução de impostos, propostas apresentadas pelas Centrais e incorporadas pelo então presidente Lula.
Hoje, a conjuntura exige a prescrição dos mesmos remédios. Como há setores da sociedade contrários à nossa pauta, como grandes empresários e banqueiros, teremos de deflagrar amplas ações de massa.
As Centrais já acertaram a construção de um “Pacto pelo desenvolvimento, emprego e distribuição de renda”. Vamos abrir o debate com a sociedade e com empresários progressistas dispostos a defender um programa comum com os representantes dos trabalhadores.
Reivindicamos mudanças na política econômica, entre as quais redução dos juros e desenvolvimento, com valorização do trabalho, distribuição de renda e fortalecimento do mercado interno.
Além disso, defendemos a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução do salário, fim do fator previdenciário, regulamentação da terceirização, ratificação da Convenção 158 e a regulamentação da Convenção 151, ambas da a OIT, reformas agrária e urbana e 10% do pré-sal para educação. |
 |
Paulo Pereira da Silva (Paulinho) é presidente da Força Sindical e deputado federal (PDT/SP) |
| |
| |
| |
| |
| |
| |
|