*Por Ricardo Patah ....................................................................................................
Milhares e milhares de trabalhadores já estão ou estarão envolvidos diretamente em trabalhos relacionados à realização da Copa do Mundo de 2014 e às Olimpíadas de 2016 no Brasil.
Da construção dos aeroportos a estádios, até a venda de pipoca durante os jogos, passando pela confecção de uniformes, a fabricação de calçados e artigos esportivos, a hotelaria, os transportes, o comércio regular e ambulante das cidades-sedes, a rede médica, a segurança pública e tantos outros importantes setores da economia irão demandar enorme contingente de pessoas para trabalhar em função desses mega eventos esportivos.
Exigir que os trabalhadores tenham respeitados os seus direitos, recebendo tratamento justo e remuneração adequada, é dever do movimento sindical.
A União Geral dos Trabalhadores (UGT), não se furta a essa responsabilidade. A Central chamou para si o desafio de encampar a campanha JOGUE LIMPO, liderada pela Confederação Sindical Internacional (CSI). A UGT já está na luta para que os organizadores da Copa do Mundo e das Olimpíadas, bem como as empresas que vão faturar com esses eventos, assumam e cumpram compromissos com os trabalhadores, assegurando condições dignas de trabalho e respeitando os direitos trabalhistas e sindicais.
Cada Sindicato ugetista, em todos os recantos do Brasil, estará atento para as condições a que os envolvidos direta ou indiretamente com a Copa do Mundo e as Olimpíadas serão submetidos.
Onde houver abuso, haverá um ugetista para denunciar o jogo sujo e organizar os trabalhadores para fazer valer os seus direitos. |
 |
Ricardo Patah é presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) |
| |
| |
| |
| |
| |
| |
|