A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) protestaram contra a retirada das portas giratórias com detectores de metais em agências do Itaú Unibanco e Bradesco.
“Essa medida absurda aumenta a insegurança e o risco a que estão expostos trabalhadores e clientes”, avalia Ademir Wiederkehr, diretor da Contraf-CUT.
Para o presidente da CNTV, José Boaventura Santos, "é um retrocesso". "Um atentado contra a vida dos funcionários e dos clientes", aponta. Os representantes dos trabalhadores rejeitam a versão dos bancos de que a retirada está sendo feita devido a processos judiciais movidos por clientes que se sentem constrangidos diante de dificuldades de acesso às agências após o travamento das portas.
Assaltos - As estatísticas da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revelam uma queda acentuada das ocorrências após a colocação das portas giratórias, a partir do final da década de 1990.
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