Cerca de 300 sindicalistas e trabalhadores protestaram na manhã desta sexta (9) em frente à distribuidora da Drogaria São Paulo no bairro da liberdade, Centro da Capital. O ato, coordenado pela Federação dos comerciários (Fecomerciários), contou com a presença de vários sindicalistas da Capital e Interior e teve também apoio das Centrais Força Sindical e UGT.
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| Representantes da Drogaria conversam com o presidente Motta |
Os trabalhadores do setor de farmácias, que têm data-base em 1º de julho, ainda não conseguiram fechar o acordo coletivo. Luiz Carlos Motta, presidente da Federação, afirma: “Os patrões ofereceram muito pouco. Os trabalhadores querem aumento real digno e avanços na Convenção Coletiva”. “Se nossas reivindicações não forem atendidas, vamos fazer outras manifestações até atingirmos nossos objetivos”, afirma.
Para o secretário geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), o ato dos práticos de farmácia foi positivo e atingiu seus objetivos. “A diretoria da Drogaria São Paulo percebeu a força do movimento e dessa unidade entre a Fecomerciários, Força Sindical e UGT”.
José Gonzaga da Cruz, vice-presidente do Sindicato dos Comerciários de São Paulo e diretor executivo da UGT, disse que só com a força da unidade os trabalhadores terão “reposição salarial justa e aumento real”. “Atos como esse fazem com que nos tornamos mais fortes na luta pelos benefícios que os trabalhadores merecem”, completou.
Durante o ato, diretores da Drogaria São Paulo receberam uma comissão de manifestantes e ficaram de dar uma resposta aos trabalhadores. Segundo a Fecomerciários, Droga Raia e Drogasil sinalizaram com melhora na proposta salarial e a intenção de firmar acordo coletivo.
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| Manifestação reuniu mais de 300 práticos de farmácia e líderes sindicais de todo o Estado de São Paulo |
Mais informações:
www.fecomerciarios.org.br
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