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Malufista Ricardo Izar
tirou 0,5 na Constituinte
Ex-Arena, ex-PDS, ex-PFL, o deputado paulista Ricardo Izar usou o rodapé democrático da página 3, da Folha de S. Paulo, de ontem (dia 23) para atacar o sindicalismo. Seu artigo “Terrorismo sindical”, usando como pretexto a greve dos metroviários, saca o Código Penal e conclama o Congresso Nacional a votar uma nova lei de greve.
Mas, atenção, quando essa gente com DNA malufista fala em normatizar a lei de greve, o objetivo é fustigar o direito de greve. “Terrorismo”? Sim, faz sentido. Afinal, é assunto do qual colaboradores da ditadura, com certeza, conhecem de perto: Doi-Codi, Operação Oban, AI-5 etc.
Izar integra, vejam só, o partido fundado por Vargas. Mas o PTB, hoje, é sombra do partido varguista. Legenda alugada por Collor, é a farsa que tenta se fazer passar por história.
Por falar em história, está lá na página 635 do “Quem foi quem na Constituinte”: nota 0,5. Um zero teria sido mais honroso. Diz o texto: “Metido a engraçado, levou um penico ao plenário da Constituinte para compará-lo ao presidente da CUT”.
Telefone do Izar: (11) 3887.7322; (61) 3215.5634
E-mail: ricardoizar@sili.com.br
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