Principal
Quem somos
Releases
Boletim eletrônico
Opinião
Trabalhos recentes
Banco de imagens
Vídeos
História Sindical
Cultura
Contatos
Links

 


Elio Petri discute movimento sindical

Assistir “A Classe Operária vai ao Paraíso”, de Elio Petri, é mais que uma experiência política ou cinematográfica, é uma incursão no pensamento de uma época, é presenciar um pensamento dominante de uma classe que nunca dominou (nesse caso os meios de produção). Tratar de sindicalismo no cinema sem estereotipar e, ainda, agradar o público foi (e continua sendo) uma tarefa para poucos.

No Brasil temos o mestre Leon Hirszeman e sua obra-prima “Eles não usam black-tie”; outro cineasta expressivo, que dedicou seu trabalho as condições de vida da classe operária, foi o britânico Ken Loach. Charles Chaplin, em “Tempos Modernos”, também foi feliz ao retratar os avanços tecnológicos na vida do trabalhador.

Petri, em “A Classe Operária vai ao Paraíso”, não foi diferente mostrando a vida de um operário metalúrgico (Gian Maria Volonté) que perde um dedo em acidente de trabalho e se engaja na vida sindical. Operário padrão, Sem dúvida, um dos filmes mais importantes do cinema político italiano.

Premiações: Ganhou o prêmio David di Donatello (1972) de melhor filme, além da Palma de Ouro no Festival de Cannes (1972).