Com a participação de mais de quatro mil sindicalistas de todo o País, a Força Sindical deu início nesta quarta (29) ao seu 6º Congresso. O evento, que tem como tema Toda Força pelo Trabalho Decente, acontece no Ginásio Falcão em Praia Grande, São Paulo. Várias autoridades compareceram à solenidade de abertura, entre elas os ministros Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência), Carlos Lupi (Trabalho), José Pimentel (Previdência), além de prefeitos, vereadores e parlamentares, como os deputados federais Marcio França, presidente do PSB no Estado de São Paulo; Brizola Neto (PDT-RJ); e José Genoino (PT-SP). Mais informações – Paulinho (9652.6649), Juruna (9974.3547) e Magri (9623.3167)
Forcistas contra a alta programada do INSS
A iniciativa de exigir o fim da alta programada partiu do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região, ganhou na noite da quarta o apoio da forte bancada dos comerciários e está sendo debatida nesta quinta nos grupos de trabalho do Congresso. Elenildo Queiroz (Nildo), diretor de Saúde e Segurança dos Metalúrgicos de Guarulhos, afirma: “A burocracia da Previdência quer resolver problemas de caixa jogando acidentados na rua da amargura. É esse método desumano de cuidar de doentes que nós estamos repudiando”. Mais informações:
BNDES debate estímulo ao crédito na região do ABC paulista O Grupo de Trabalho de Crédito do ABC promove na próxima sexta-feira (31), das 9 às 12h30, no Teatro Cacilda Becker, em São Bernardo do Campo, debate sobre linhas de crédito com a presença do presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Luciano Coutinho. O evento reúne prefeitos e secretários municipais, representantes de bancos públicos e privados, empresários e trabalhadores da região. O GT de Crédito é resultado do seminário “O ABC do Diálogo e do Desenvolvimento”, realizado em março com o apoio do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, a fim de elaborar propostas de enfrentamento da crise. O seminário também deu origem ao GT Automotivo, grupo que foi instalado em junho com a presença do ministro do Desenvolvimento Econômico, Miguel Jorge. Mais informações:
CUT realiza Seminário Internacional “Crise
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2º Congresso da NCST: Fundada pela vontade e decisão conscientes e soberanas de mais de cinco mil delegados, presentes no 1° Congresso Nacional realizado de 28 a 29 de junho de 2005, a Nova Central Sindical de Trabalhadores reafirma, neste seu 2° Congresso, o compromisso de permanecer fiel aos princípios da organização sindical brasileira e comprometida com valores como a democracia, a ética, a justiça social e a busca permanente da afirmação e efetivação do Estado Democrático e Social de Direito em nosso País. Defende a Nova Central que os direitos individuais e sociais são propriedades do povo brasileiro e o Estado Democrático e Social de Direito é um patamar mais avançado na perspectiva de uma justa distribuição de renda, da superação das absurdas desigualdades sociais, do respeito e ampliação dos direitos sindicais e trabalhistas, do fortalecimento das ações do Estado com vistas à soberania nacional e a garantia de serviços públicos de qualidade para toda a população, de um desenvolvimento sustentável com geração de renda e emprego, além de garantir a aplicação de políticas públicas voltadas para assegurar a dignidade humana e que não sejam meramente compensatórias. A Nova Central é uma ferramenta de luta e de unidade da classe trabalhadora. No exercício de sua prática sindical, é uma entidade classista, no sentido do seu compromisso irrenunciável com os interesses e direitos de todos os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras. Especialmente neste momento de crise mundial, agravada em razão das perversas políticas econômicas e sociais do agonizante modelo neoliberal, na forma de uma ditadura financeira globalizada, com a imposição de reformas estruturais e de flexibilização de direitos, a Nova Central coloca-se ao lado de todas as forças que lutam para que os efeitos da crise não sejam atribuídos à classe trabalhadora. Não somos os responsáveis por ela, antes, somos as vítimas, por isto, não vamos pagar por uma crise que não provocamos. Nesta perspectiva, a Nova Central, neste seu 2º Congresso, propõe alternativas concretas para o País, enfatizando principalmente a necessidade central de mudança no modelo econômico. Há décadas o centro determinante da política econômica brasileira é o controle da inflação. Tudo se justifica no sentido de manter sob controle as variações inflacionárias. Por isto, o Brasil pratica um dos juros mais altos entre todos os demais países, penalizando os trabalhadores e impondo freio ao crescimento econômico. Neste momento, quando é reconhecido e afirmado que a inflação está sob controle, além de modificar a sua política de juros, reduzindo-os substancialmente em favor do desenvolvimento nacional, a Nova Central propõe que o centro da política econômica seja, a partir de agora, a geração de empregos. É possível, pelas condições atuais do País, buscar a implementação de uma política nacional de pleno emprego. Por este caminho o Brasil poderá transformar a crise mundial em fator de crescimento e de fortalecimento do nosso mercado interno, como alternativas permanentes de independência e de soberania do País. Uma política nacionalista distinta e antagônica à submissão às imposições dos monopólios e do imperialismo e que resgate a função social da propriedade como fundamento de todo o nosso sistema produtivo. Nesta direção, acredita a Nova Central, há perspectivas da construção de um novo pacto nacional em defesa do pleno emprego e da efetiva independência nacional, com o fortalecimento da democracia, das representações sociais e sindicais e o estabelecimento de um novo patamar de desenvolvimento na história da Nação. Neste 2° Congresso Nacional, a Nova Central, alicerçada em princípios éticos e valores humanos, que pressupõem a dignidade humana e a solidariedade, mantém o compromisso de jamais se compactuar com qualquer tipo de exploração, muito menos a exploração do trabalho infantil ou de trabalho em condições de escravidão. Levanta também a bandeira da necessidade imediata da redução da jornada de trabalho, ainda que seja para 40 horas semanais, para gerar mais emprego e favorecer a garantia de condições de vida e de trabalho dignas para toda a classe trabalhadora brasileira. Por estas identificações, a Nova Central, expressando as manifestações de milhões de trabalhadores e trabalhadoras da sua representação, ressalta que se manterá como central sindical identificada com o sistema sindical confederativo brasileiro, atuando de forma unitária, com absoluto respeito pela decisão das suas bases. Neste sentido, a Nova Central é, e continuará sendo, uma entidade sindical democrática, soberana e independente, livre da influência do patronato, isenta do contágio dos partidos políticos e imune à ingerência governamental. Face aos imensos desafios que temos pela frente, convocamos todos os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, através das suas entidades sindicais, para, juntos, assumirmos e encadearmos jornadas patrióticas em defesa da Nação e da classe trabalhadora. Avante, companheiros! Brasília, 29 maio de 2009 |
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