São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 1º de Abril, ao vivo, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA Em 31 de março de 1964 o Brasil sofreu um golpe militar que depôs o governo de Jango. Foram 21 anos de perseguições políticas e cerceamento da liberdade de expressão que afetaram toda a sociedade, principalmente o movimento sindical.
Como o movimento sindical enfrentou aquele período? Qual era o nível de organização dos trabalhadores? Quais os principais direitos conquistados até então? Para falar sobre o assunto, o Câmera Aberta Sindical convidou o então ministro do Trabalho de Jango, Almino Afonso. Faça sua pergunta - Mande sua pergunta aos convidados do programa pelo e-mail cameraaberta@agenciasindical.com.br ou ao vivo pelo telefone 3877.0078. Participe: Faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Protesto contra a crise reúne 10 mil na avenida Paulista
A manifestação integra o “Dia Internacional de Luta Pelos Direitos dos Trabalhadores Contra a Exploração”, convocado pelas Centrais e Federações Sindicais Mundiais. Estão previstos atos em diversos pontos do Brasil e em outros países. A manifestação na capital paulista reúne desde Centrais, como CUT e Força, até entidades como UNE e MST.
Já João Paulo, integrante do Movimento dos Sem Terra (MST), afirma que o ato também chama atenção para a reforma agrária. Ele diz: “A propriedade rural é muito concentrada. E o agronegócio, além de gerar desemprego, agride o meio ambiente”. Assessor de Imprensa – João Franzin – MTb 12.865-SP (9617.3253)
Trabalhadores no setor de alimentação
A empresa pretendia forçar a aposentadoria imediata dos trabalhadores com 25 anos de trabalho, ameaçando com o corte de benefícios como o reembolso de medicamentos, auxílio lactante e material escolar, conquistados ao longo dos anos. “A empresa não tem o direito de decidir quando o trabalhador deve se aposentar, isso é uma decisão pessoal, mesmo porque, pela legislação em vigor, muitos precisam trabalhar mais para ter uma aposentadoria melhor”, argumenta o presidente da Fetiasp, Melquíades Araújo. O sindicalista lembra que a Federação e Sindicatos filiados continuarão atentos a qualquer tentativa de precarização das condições de trabalho. No País - A mobilização deu certo e, dia 24 de março, a empresa comunicou por escrito a decisão de manter os benefícios aos trabalhadores que completarem os 25 anos de empresa em março deste ano. E, o melhor, em nível nacional. Mais informações:
Venda de carros em março é 12% maior A indústria automobilística fechará o mês de março com aumento de 12% nas vendas, na comparação com o mesmo período do ano passado. Com cerca de 260 mil carros emplacados, contra 232,1 em março de 2008, o resultado desse mês será também um dos melhores em todos tempos. A média diária de vendas, que havia caído para 8 mil no final do ano passado, subiu em março para 12,6 mil unidades. |
Um grande seminário Por João Guilherme Vargas Netto O Sindicato dos Engenheiros de São Paulo realizou em 23 de março a 9ª versão anual do Seminário de Negociações Coletivas. Pela tradição, o evento é dividido em duas partes durante o dia. Na manhã, os dirigentes e diretores do Sindicato, depois de se informarem sobre a conjuntura, discutem entre si os temas mais importantes das negociações previstas e traçam a linha a ser seguida. Pela tarde, recebem como convidados representantes de várias empresas que têm peso na economia e são empregadores de engenheiros, Sindicatos representativos e personalidades qualificadas para discutir os temas atuais das negociações. Neste ano, o presidente do Sindicato, Murilo Pinheiro, convidou e contou com a participação do Secretário de Relações do Trabalho do ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Antônio de Medeiros, do secretário municipal do Trabalho em São Paulo, professor Marcos Cintra, do economista do Dieese, Sérgio Mendonça, do diretor do Diap, Antônio Augusto de Queiroz e representantes de importantes empresas públicas e privadas e diretores de Sindicatos. Cito, correndo o risco de esquecer alguém, os representantes do Metrô, da CTEP, da CPFL, da Cesp, da Elektro, da Telefônica, da Usiminas (Cosipa), da Embraer, da Sabesp, do Sinaenco (consultoria), do Sindimest (telecomunicações), do Sindipeças e do Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisas. Na abertura da segunda parte, as análises e intervenções das autoridades e especialistas foram muito elogiadas. Houve uma convergência importante em torno da compreensão das tarefas de enfrentamento da crise e da importância das negociações, com enfoques que privilegiaram os elementos políticos, econômicos, sociais e financeiros e a experiência das iniciativas já tomadas. Os representantes das empresas informaram as perspectivas que têm e foram unânimes ao afirmar que as negociações – dados os efeitos diferenciados da crise externa na economia das empresas – deverão ser pautadas pelas realidades vividas e não pelo pessimismo que as vezes se procura disseminar. Uma das empresas anunciou, por exemplo, um amplo plano de “primarização” de mão-de-obra com o emprego direto de mais de mil terceirizados. Todos foram acordes em anunciar dificuldades mas, sobretudo em apresentar as oportunidades para avanços no rumo produtivista capaz de garantir emprego, qualificação, melhoria dos serviços e produtos e respeito aos direitos. |
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