Metalúrgicos do ABC, Taubaté e Guarulhos debatem São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 26 de maio, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA A Participação nos Lucros e/ou Resultados, a PLR, tem sido pauta permanente de negociações do movimento sindical. Os trabalhadores do setor metalúrgicos têm conseguido avanços.
Em Taubaté, por exemplo, os acordos dos trabalhadores da Metalbages Gestamp e na SM Sistemas Modulares (unidades Volks e Dutra) injetarão de R$ 2,3 milhões na economia local, beneficiando 1.136 trabalhadores. Novo site - Apresentado pelo jornalista João Franzin, o Câmera Aberta Sindical entra no ar, às 19 horas, pela TV Aberta São Paulo (NET 9/ TVA 72 ou 99 e TVA Digital 186). Assista o programa também na internet pelo novo site da TV Aberta São Paulo (www.tvaberta.tv.br). Rede Brasil - O Câmera Aberta também é transmitido para todo o País através da Rede Brasil de TV, toda quarta, às 11h30. Esta semana será exibido programa sobre o reajuste dos aposentados.
Viva a célula sintética! Todo paciente de câncer (meu caso) conhece o poder das células. Se elas seguem o ritmo normal, tudo certo. Mas se desandam, sai da frente. É um descontrole duro de ser contido, exigindo em seu enfrentamento um conjunto combinado de providências, terapias e drogas sem, contudo, a garantia de que a batalha será vencida. Não estou dizendo, nem vendendo ilusões, de que a célula sintética anunciada (eu disse anunciada) pelos cientistas terá resultados na medicina. Mas o conhecimento adquirido com a montagem desse novo DNA certamente abrirá caminho para uso amplo, futuro. A manipulação genética enfrenta conceitos arraigados. Um deles é o de que a geração de vida cabe apenas a Deus. Mas esses mesmos ensinam que somos imagem e semelhança de Deus. Portanto, onde estaria o impedimento para recriações genéticas? Uma vez num gibi, um cientista maluco, questionado sobre a manipulação de seres humanos, saiu-se com esta: “Pior do que muitos que estão por aí eu não conseguirei fazer!”. Viva a ciência. Viva o conhecimento prático aplicado. Viva o esforço dos que buscam, com a arma do saber, construir um mundo melhor! João Franzin
Funcionalismo já tem 203 entidades na Força Com 203 entidades, os Servidores Públicos já formam o maior número de Sindicatos filiados à Força Sindical. O segundo grupamento é o metalúrgico, embora, por número de trabalhadores o setor metalúrgico seja bem maior: quase 2 milhões contra cerca de 500 mil do funcionalismo. Na última sexta (21), a Força recebeu a filiação de mais onze entidades de Servidores, em evento com a presença de seu presidente Paulo Pereira da Silva (Paulinho). Além do crescimento vegetativo, os dirigentes do funcionalismo pleiteiam uma atuação mais articulada – e, portanto, mais forte, dentro da Central. Mais informações:
Ministério lança livretos sobre trabalho análogo ao de escravo
Um dos livretos é composto de perguntas e respostas, trazendo informações sobre o que é o trabalho escravo, ações do governo brasileiro para sua erradicação, o Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, a Conatrae, o grupo móvel, reintegração social dos resgatados, prevenção de reincidência, entre outros. O segundo documento traz uma explanação sobre o conceito do trabalho escravo, abordando seus aspectos constitucionais, o compromisso internacional do Brasil de combater o trabalho escravo e a inclusão da “Lista Suja” do MTE no Plano Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo.
Desmatamento na Amazônia cai 50% O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) informa que houve queda de 50% do desmatamento na Amazônia de agosto de 2008 a julho de 2009, em relação ao período anterior, quando as taxas caíram de 12,9 mil quilômetros quadrados para 7,4 mil. Sete municípios que passaram a ser monitorados no período registraram redução de quase 70%. |
Por Wagner Gomes A reação desses trabalhadores, liderados pela PAME (Frente Militantes de Todos os Trabalhadores, na sigla original) é emblemática para o movimento sindical de todo o mundo. A greve geral do último dia 5 contou com uma adesão generalizada, de diferentes e amplos setores da sociedade. A mensagem da classe trabalhadora grega não poderia ter sido mais clara: não será o povo quem pagará pela crise criada pelo capital! As razões dos trabalhadores e trabalhadoras, apoiados por mais de 50% da nação, segundo pesquisas recentes, são fortes. O pacote sugerido pelo FMI e acatado pelo governo social-democrata prevê redução e congelamento de salários, corte de benefícios e direitos como 13º e 14º salários, flexibilização da legislação trabalhista, elevação da idade mínima para aposentadoria e aumento de impostos. Seria impossível permanecer de braços cruzados diante de tal cenário. Do outro lado, as condições adversas enfrentadas pela classe trabalhadora grega são parecidas com as de outras partes do mundo: uma mídia conservadora e golpista, atrelada à oligarquia financeira e ao “deus mercado”, um governo fraco e uma ideologia neoliberal que tenta recuperar parte da força perdida durante a crise que atingiu recentemente os Estados Unidos. Assim sendo, coube aos trabalhadores da Grécia a tarefa de se contrapor a esse enorme poderio, tanto por meio da ação (com a greve geral, por exemplo) como pela conscientização de toda sua classe e da sociedade. Sua estratégia é impedir que as ideias neoliberais e social-democratas ganhem legitimidade entre a população e, ao mesmo tempo, mobilizar as massas para exercer seu papel político. O povo do mundo todo precisa ter a consciência de que nenhuma solução justa para a atual crise do capitalismo sairá desse sistema. A classe trabalhadora necessita inverter a atual relação de força, a partir do ponto de vista daqueles que hoje estão na parte de baixo. Os gregos precisaram de uma crise profunda para iniciar esse processo. Que eles sirvam de exemplo para todo o planeta! Wagner Gomes é presidente nacional da CTB |
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