Hoje (21), desde às 6 horas, estão parados 20% dos 8.300 varredores de rua da cidade de São Paulo. Eles estão em greve por tempo indeterminado em protesto contra as 568 demissões no setor ocorridas nos últimos dias. Moacyr Pereira, presidente do Siemaco (Sindicato dos Trabalhadores das Empresas de Limpeza Urbana), informa que além das demissões, a categoria tem 1.300 trabalhadores em aviso prévio e 500 em férias. Mais informações:
Metalúrgicos da GM aceitam 8,3%
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Reunidos no 18º Congresso, comerciários Em 19 de setembro, último dia do 18º Congresso da Fecomerciários (Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo), os 860 participantes aprovaram a Carta de Praia Grande. O evento teve três dias de duração e foi realizado na colônia de férias da entidade, na Praia Grande.
O Congresso teve como tema “Regulamentação, Já!” e contou, na sua abertura com a presença de personalidades políticas do País. Compareceram o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e os deputados federais Ciro Gomes (PSB-CE) e Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP). “A presença dessas autoridades demonstra o prestígio que a Fecomerciários conquistou ao longo do tempo”, declarou Luiz Carlos Motta, presidente da Fecomerciários e coordenador geral do Congresso. Clique aqui e leia a Carta de Praia Grande Mais informações:
Metalúrgicos de Guarulhos realizam,
O Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos realizou ontem (20), com sucesso, seu 5º Encontro da Juventude Metalúrgica, que teve como tema “Emprego e Meio Ambiente”. O evento aconteceu no Bosque Maia, região central da cidade, e contou com a participação da deputada federal Janete Pietá (PT), do Secretário Municipal do Meio Ambiente, Alexandre Kise, de vereadores e representantes de outros Sindicatos e da Força Sindical. Mais informações:
Economia brasileira receberá R$ 140 bilhões O Natal de 2009 será melhor do que o de 2008. A expectativa é das entidades empresariais do comércio, cujo otimismo se baseia em dois pontos: o ingresso do 13º salário e a recuperação do crédito ao consumidor. A Wal Mart, por exemplo, avalia que terá o melhor Natal desde 1995, quando se instalou no Brasil. |
Lula defende o papel do Estado no fortalecimento das empresas brasileiras, chamando à responsabilidade os grandes grupos, valendo-se do pré-sal para estimular a produção interna etc. Só que esse modelo de desenvolvimento é incompatível com um câmbio valorizado. Na verdade foi o mesmo erro cometido no pós-guerra, quando o Brasil ingressou no Tratado de Breton Woods com o câmbio apreciado. Depois disso, qualquer impulso de crescimento esbarrava no problema das contas externas. E o crescimento do País se fez para dentro, para o mercado interno apenas, sem conseguir desenvolver áreas tecnologicamente mais sofisticadas e competitivas – como os coreanos e japoneses, que usaram o câmbio para crescer. Pretende-se aumentar a competitividade melhorando a infra-estrutura, ampliando os investimentos com o pré-sal. Mas os efeitos dessas políticas, com um câmbio desvalorizado, teria uma dimensão imensamente maior. O efeito câmbio é fulminante sobre a economia. No curto espaço de tempo que o país conviveu com câmbio desvalorizado – logo no início do governo Lula – a economia deslanchou, a inflação ficou sob controle, contrariando o terrorismo do mercado. Na outra ponta, a segunda falha no seu modelo é a despreocupação com o modelo tributário, hoje altamente punitivo às empresas da economia real – especialmente pequenas e médias empresas. O próximo presidente terá que enfrentar o desafio de um câmbio desvalorizado e de um sistema tributário que penalize menos a produção, sob pena do país continuar marcando passo no crescimento. Outro desafio relevante é a modernização do serviço público. Corretamente, Lula intuiu que investimentos em melhoria dos serviços, em educação e saúde, são muito mais relevantes do que superávits absurdos, para financiar juros pornográficos da dívida pública. Mesmo assim, não se pode meramente aumentar custos da máquina pública sem a criação de modelos gerenciais mais eficientes e de indicadores de produtividade que impeçam os recursos de serem desperdiçados. Outra perna que falta no modelo de Lula é a da prioridade às pequenas e micro empresas. A malha industrial brasileira sempre será incompleta se as cadeias produtivas não forem preenchidas por correntes de fornecedores de pequeno porte. É o que garante a melhoria da renda (e do consumo), do emprego, ajuda a revascularizar a economia, a abrir espaço para o aparecimento de futuras médias e grandes empresas. Nesse ponto, Lula se parece com Fernando Henrique Cardoso. Para ambos a economia se resume ao mercado financeiro e às grandes corporações. Elas puxariam automaticamente a economia, trazendo consigo as pequenas empresas. Só por aí, não se vai chegar a um modelo eficiente. Tem que haver programas que levem inovação às pequenas e micro empresas. Luis Nassif é jornalista e consultor econômico Mais informações – www.vermelho.com.br |
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