“Quando criamos o Luz Para Todos pensamos na mãe e seus filhos que moram em comunidades afastadas ou no campo. No pescador que precisa de um geladeira para conservar sua pesca. Quando criamos o Minha Casa, Minha Vida pensamos em lares, nas famílias que precisam de um teto para se fortalecerem. É para esses que governamos, pois um governo só vale quando é capaz de zelar por todos e, em especial, pelos mais necessitados”, destacou Dilma, em um vibrante discurso. Além do presidente Lula, marcaram presença os senadores Aloizio Mercadante e Eduardo Suplicy, a recém-eleita senadora Martha Suplicy, a deputada Luiza Erundina, entre outros parlamentares. No palco, também estavam presentes pastores evangélicos e padres, que levaram seu apoio à candidata. Lula - O presidente lembrou que nunca foi feito tanto para a população carente como nos últimos oito anos. “Nunca um governo criou tantas universidades federais, tanto emprego com Carteira assinada. Nunca houve esses índices de aumento salarial em acordos com o movimento sindical”, afirmou. “Olhem a nossa volta... Temos aqui diversos representantes dos movimentos populares. E ao lado do Serra, quem está? Os empresários! Agora, ele diz que é do povo. Mas qual representante do povo está ao lado dele? Nenhum. Apenas a mídia, que alimenta suas mentiras”, enfatizou o presidente da CTB, Wagner Gomes. Fonte: CTB
Padeiros de São Paulo comemoram o Dia Mundial do Pão
Para o presidente do Sindicato, Chiquinho Pereira, além de uma manifestação de solidariedade, o ato serviu para conscientizar a população sobre a importância do pão como integrante da alimentação. A iniciativa tem por objetivo valorizar o produto mais popular nas mesas, lembrando de sua importância na composição da alimentação diária. Consumo - Segundo a Abip (Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria), a média de consumo do pão pelo brasileiro é de 33 quilos per capita por ano, muito abaixo dos 60 quilos/ano (três pães por dia) que recomenda a OMS (Organização Mundial de Saúde). A região que mais consome é a Sul, com média de 50 quilos per capita. No Norte, não chega a dez quilos. Países como Chile e Argentina chegam a ter um consumo de 70 quilos per capita. Fonte: UGT
Aumentam as greves com economia aquecida, diz Dieese O número de categorias cujos trabalhadores cruzaram os braços para atingir suas reivindicações trabalhistas aumentou 42% entre 2005 e o ano passado, quando foram registradas 516 greves no País – número mais elevado desde as 525 registradas em 2000, segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O estudo mostra ainda que a composição das greves também vem mudando, com maior equilíbrio entre paralisações no setor público e na esfera privada, fenômeno que atingiu seu ápice em 2009, quando o número de greves nos dois setores foi praticamente idêntico: 254 greves nas estatais e três esferas do setor público e 262 em empresas privadas. “As greves refletem a situação econômica do País, e, em menor medida, o momento político”, diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Dieese. Ele cita a evolução pela qual passaram os Sindicatos e os mecanismos legais desde a Constituição de 1988, que permitiu a criação de Sindicatos, Federações e Confederações de servidores públicos. Fonte: jornal Valor Econômico
A contribuição da engenharia alemã A Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha (VDI-Brasil), em parceria com a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e a Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, promove na próxima quinta-feira (21) a segunda edição do Dia da Engenharia Alemã. O evento será no Club Transatlântico, em São Paulo, a partir das 14 horas, com apresentação de inovações que impulsionam o mercado atual em diversas áreas. O Dia da Engenharia Alemã terá um programa diversificado de palestras e exposições. Entre os temas que serão abordados, destacam-se: “Tecnologias inovativas – a fabricação ecológica de papel e celulose”, “Eficiência energética e sustentabilidade na construção civil”, além da apresentação “Conquistas e desafios em estudar engenharia na Alemanha”, que vai mostrar a vivência de um estudante de engenharia brasileiro na Alemanha. Cooperação - “Além de profissionais de alto gabarito e presenças internacionais com assuntos inovadores, haverá a troca de informações valiosas entre os presentes. O nosso principal objetivo é continuar contribuindo para o intercâmbio de conhecimentos entre o Brasil e a Alemanha na área técnica e na transferência tecnológica”, explica Edgar Horny, presidente da VDI Brasil. Mais informações:
Sindicato inaugura programa de reabilitação em São Paulo O Sindicato dos trabalhadores em laticínios, açúcar e café de São Paulo (Stilacafe) realizará, nesta quarta-feira (20), a inauguração do Programa de Reabilitação, Capacitação e Inclusão Profissional, desenvolvido pela entidade em parceria com a federação nacional das associações para valorização de pessoas com deficiência (Fenavape). O evento será às 9 horas, na sede do Sindicato no bairro do Belém. Segundo o presidente do Stilacafe, Geraldo Gonçalves Pires, o objetivo da iniciativa é o desenvolvimento pessoal e social das pessoas com deficiência, menor aprendiz e demais pessoas que se enquadram na Lei de Cotas (Lei 8.213/91), que regulamenta a destinação obrigatória de vagas nas empresas a pessoas com necessidades especiais. O evento terá a presença do superintendente regional do Trabalho, José Roberto de Melo. Mais informações:
Produção de veículos cresce 17,3% até setembro
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O mundo do trabalho na visão Por Antônio Augusto de Queiroz O candidato à presidência da República pela coligação PSDB/DEM, José Serra, possui uma visão muito particular sobre o mundo do trabalho. Para ele, que apoiou o projeto de flexibilização da CLT, os direitos trabalhistas devem ser negociados entre patrões e empregados, cabendo àqueles escolherem com que entidade sindical de trabalhadores negociar. Durante os trabalhos da revisão constitucional, em 1993-94, o então deputado José Serra apresentou sua proposta para o modelo de organização sindical e a forma de negociação entre empregadores e Sindicatos de trabalhadores. Trata-se da Proposta 16.643, que dava nova redação ao inciso VI do artigo 8º da Constituição, nos seguintes termos: “VI - a lei disporá sobre os critérios de reconhecimento pelo empregador ou por sua entidade sindical, das entidades sindicais de trabalhadores, para efeito de negociação coletiva.” O atual inciso VI do art. 8º da Constituição determina que “é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho”, e o modelo sindical é de unicidade, ou seja, só existe um Sindicato representativo da categoria profissional, com o qual o empregador terá que negociar. A proposta de José Serra, além de instituir a pluralidade, ou seja, autorizar a criação e funcionamento de vários sindicatos numa mesma categoria, ainda faculta ao empregador escolher com o qual deseja negociar, numa postura totalmente patronal. A relação do candidato, no exercício de cargos públicos, com as entidades sindicais, especialmente no governo de São Paulo, não foi das melhores. Os professores da rede pública e os policiais civis, fortemente reprimidos em seus movimentos, que o digam. O 2º turno da eleição presidencial será um bom momento para que o eleitor conheça as propostas dos candidatos sobre o mundo trabalho, sobre a Previdência Social e a relação com os servidores públicos. José Serra, no governo FHC, era o ministro do Planejamento quando foram realizadas as reformas administrativa e previdenciária, que suprimiram mais de 50 direitos dos servidores. Sua promessa de aumento real do salário mínimo e do ganho de 10% para os aposentados tem data marcada, ou seja, será dado apenas em 2011. Seria o caso de se indagar se o candidato também defende, como o atual governo e sua candidata, uma política permanente de recuperação do salário mínimo, da reposição das perdas dos aposentados e se não proporá, como defende o PSDB e seus aliados, a desvinculação do salário mínimo dos benefícios previdenciários. O momento de tirar as dúvidas é agora. Se alguém pretende votar em função das promessas mencionadas – salário mínimo de R$ 600 em 2011 e ganho de 10% dos aposentados – é importante saber se isso se trata de uma política permanente ou apenas de uma sinalização em período pré-eleitoral, com risco de oito anos de congelamento, como houve no governo FHC. Antônio Augusto de Queiroz é jornalista, analista político, diretor de Documentação do Diap |
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