Ministério do Trabalho aceita negociar
“Nenhuma empresa será obrigada a usar ponto eletrônico, independente do tamanho e da quantidade de trabalhadores que tenha. Apenas as empresas que usam este equipamento terão que se adequar; e se não quiserem se adequar, também poderão optar por usar ponto manual ou mecânico”, disse Lupi. Segundo o ministro, a intenção da portaria é dar ao trabalhador o poder de conferir seu horário de trabalho. “O empregado passará a ter o controle do seu ponto, como o empregador já tem. Quando apenas um lado tem a informação, quando apenas um lado controla, não funciona”, ponderou. Os representantes da Força Sindical, CUT, CTB, Nova Central, UGT e CGTB também concordaram que a portaria é importante para ajudar a combater fraudes, mas defenderam o reconhecimento dos acordos firmados entre Sindicatos e empresas. A pedido de Lupi, as entidades ficaram de elaborar um documento oficial expondo esse entendimento e pedindo a modificação. Acordo - As Centrais vão se reunir, na próxima segunda-feira (dia 23), para elaborar uma proposta unitária de mudanças na portaria. “Uma ideia é que o Sindicato faça acordo com as empresas que têm dificuldade para cumprir a norma. Cada empresa tem o seu horário e a forma como será a marcação do ponto poderia estar dentro do acordo coletivo, que seria o mais viável”, informa Miguel Torres, presidente em exercício da Força. Mais informações:
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Os espaços da Feira – que visa estimular o crescimento da agricultura familiar – também foram ampliados este ano para demonstrar técnicas de plantio, pesquisa e tecnologia de ponta. “Buscamos sempre atualizar conhecimento e oferecer o que há de mais interessante para as propriedades rurais”, destaca Elias David de Souza, presidente em exercício da Fetaesp.
“Com melhorias em programas vigentes e a implantação de novos, como o Pró-implementos, o agricultor tem mais oportunidades de ampliar sua estrutura e a Feira se torna um elo entre o produtor e toda a cadeia de produção”, diz o presidente da Fetaesp. Mais informações:
Sindicato pode cobrar hora extra e vale-transporte O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que os Sindicatos têm legitimidade para defender os interesses do trabalhador. A decisão foi proferida em favor do Sinthoresp (Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares em São Paulo) num processo em que a empresa Yelow Mark Café e Cozinha questionava a possibilidade de a entidade cobrar horas extras e vale-transporte para os trabalhadores. O relator, ministro Eros Grau, citou o Artigo 8º da Constituição, que “estabelece a legitimidade extraordinária dos Sindicatos para defender em juízo os direitos e interesses coletivos ou individuais dos integrantes da categoria que representam”. De acordo com o ministro, é desnecessária qualquer autorização dos empregados para que os Sindicatos atuem. "Essa legitimidade extraordinária é ampla, abrangendo a liquidação e a execução dos créditos reconhecidos aos trabalhadores. Por se tratar de típica hipótese de substituição processual, é desnecessária qualquer autorização dos substituídos", declarou. A entidade comemorou a decisão, que considerou histórica, como um marco para o mundo sindical, pois alguns juízes, nas várias instâncias, ainda não consideram os Sindicatos legítimos representantes dos trabalhadores em ações coletivas. Fonte: Supremo Tribunal Federal |
Por João Franzin Destaco alguns aspectos do grande encontro entre o movimento sindical e a candidata Dilma Rousseff, nesta terça (17), em São Paulo: . Participaram as seis Centrais Sindicais e todas entregaram um só documento – Plataforma das Mulheres Trabalhadoras para as eleições 2010; Essa participação vem reparar a ausência da UGT na Conferência Nacional . Os presidentes das seis Centrais falaram primeiro, . Falaram pelas seis Centrais as diretoras responsáveis pelas pastas femininas de cada entidade; . O tom das falas foi, sem vacilações ou bajulação, . A candidata prestou atenção em todos os pronunciamentos (não houve aquela cena tradicional de enquanto . A fala de Dilma, sem ser prolixa, destacou: Frase de Dilma: “Tenho orgulho em contar com o apoio das Centrais Sindicais do meu País”. João Franzin é jornalista da Agência Sindical |
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