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Câmera Aberta de hoje
é o último ao vivo do ano
São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 15 de dezembro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Guarulhos:TV Guarulhos, BIG TV, Canal 20 – dia 16 de dezembro, das 19 às 20 horas.
São José dos Campos: Canal 95, Vivax – 22 de dezembro, das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas.
São José do Rio Preto: TV da Cidade, Canal 16 – 19 de dezembro, das 20 às 21 horas.
Reprises: terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas.
Presidente Venceslau: TVC - TV a Cabo Venceslau, Canal 4 – 22 de dezembro, das 13 às 14 horas
Rede Brasil de TV – Quartas-feiras, às 11h30, para todo o Brasil. Via Satélite - Canais UHF:
14, 45 e 59 (São Paulo); 59 e 42 (Minas Gerais); 57 (Rio de Janeiro); 59 (Distrito Federal);
50 (Espírito Santo); 26 (Goiás); 27 (Mato Grosso); 23 (Mato Grosso do Sul); 4, 22 e 30 (Paraná);
13 (Santa Catarina); 55 e 58 (Rio Grande do Sul); 15 (Bahia); 20 (Pernambuco);
55 (Maranhão); 38 (Rondônia); 20 (Amazonas); 17 (Pará); 13 (Acre); e 5 (Tocantins).

Dia 8 - Paulo César, Vanilda, Franzin, Jonas e Edson Ramos
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O programa desta quarta (15/12), que debate o trabalhoe a condição profissional dos Agentes Comunitários de Saúde (ACSs),
é o último ao vivo de 2010. Após
o programa desta quarta e durante aproximadamente um mês, o Câmera levará ao ar programas gravados.
Uma das entrevistas gravadas, a ser exibida logo no início de janeiro, é com o consultor sindical João Guilherme Vargas Netto. Ele fará um balanço das ações sindicais de 2010, destacando as conquistas. Vargas Netto também vai dizer o que o sindicalismo deve esperar do governo Dilma, que chega à Presidência com forte apoio das entidades de trabalhadores.
Robson Gazzola, diretor do Câmera, comenta: “Tivemos um ano de muita mobilização, e o Câmera Aberta Sindical procurou refletir a intensidade dessas ações”. Para Gazzola, um dos pontos altos do ano foi o programa sobre a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora: “Conseguimos colocar no ar, num único programa, 29 entrevistas”, destacando que o Câmera ouviu todas as correntes do sindicalismo presentes ao ato no Pacaembu, dia 1º de junho.
Participação - Uma das marcas do Câmera, que completará em 2011 sete anos de exibição, é a participação dos telespectadores. Dayane da Silva Santos, produtora, afirma: “Por ser ao vivo, a participação do telespectador acrescenta conteúdo e dinamismo ao programa. Na prática, o telespectador também ajuda a fazer o Câmera Aberta Sindical”.
Tarefa - Para o apresentador João Franzin, a principal tarefa do Câmera Aberta é mostrar o sindicalismo como um movimento dinâmico e bom para a Nação: “O movimento sindical brasileiro é grande, complexo e dinâmico. E o saldo da contribuição ao País é muito positivo. O Câmera busca, sempre, passar essa ideia!”.
Assista - O Câmera é transmitido pela TV Aberta São Paulo (NET 9, TVA 72 ou 99 e TVA Digital 186) e apresentado pelo jornalista João Franzin. Assista também na internet, pelo site da TV Aberta São Paulo (www.tvaberta.tv.br). O programa vai ao ar das 19 às 20 horas, ao vivo.
Você faz a pauta - Para divulgar sua entidade ou propor um tema para o programa, ligue 3231.3453 e fale com Dhayane.
Participe: faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Assista pela internet: www.tvaberta.tv.br
E-mail: cameraabertasindical@agenciasindical.com.br

Nova Central descarta fusão
e aprova plano de ação para 2011
O Conselho de Representantes da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), reunido em Caldas Novas, dia 10 de dezembro, deliberou, por unanimidade, que não haverá, em nenhuma hipótese, fusão da Nova Central com qualquer outra Central. Segundo o presidente José Calixto Ramos, não há a menor perspectiva, imediata ou futura de fusão, ao contrário. Calixto afirma: “O trabalho da NCST vai se concentrar na ampliação e crescimento do número de entidades filiadas para continuar sendo uma das maiores Centrais Sindicais do País”.
A Nova Central é a terceira em número de entidades filiadas e tem plenas condições de manter-se entre as maiores em todos critérios de representatividade. “Não há sentido nem possibilidade de fusão. Vamos continuar existindo como a Nova Central, até mesmo porque somos a única Central do sistema confederativo e que, por isso mesmo, defende as conquistas e direitos do sindicalismo histórico”, destacou José Calixto.
Plano - Amanhã (16), publicaremos o conjunto de 21 pontos referentes ao Plano de Ação 2011 da Nova Central.
Mais informações:
www.ncst.com.br

Lula recebe metalúrgicos, nesta quarta
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta quarta, às 16 horas, no Palácio do Planalto, uma delegação de dirigentes do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo. A reunião, tratada como uma visita de despedida, foi solicitada pelo Sindicato, filiado à Força Sindical.
Miguel Torres, presidente do Sindicato, diz que os metalúrgicos têm admiração por Lula e gratidão: “Lula foi um Presidente diferenciado. E não só por sua origem, mas também pela forma democrática com que governou o Brasil e dialogou com o movimento sindical”. Torres também destaca a geração de empregos: “Com mais empregos, os trabalhadores ficaram mais fortes para reivindicar e conquistar”.
O encontro dos metalúrgicos com Lula não deve ter reivindicações. O presidente do Sindicato
da Capital afirma que será “uma visita de despedida e agradecimento”.
Mais informações:
www.metalurgicos.org.br
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João Guilherme Vargas Netto é membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical
O corneteiro toca outra música
Por João Guilherme Vargas Netto
O movimento sindical dos trabalhadores tem uma cultura de resistência e isto não só no Brasil, nem só agora. Faz parte da história mundial da luta dos trabalhadores, com raras exceções.
Nós nos acostumamos aqui no Brasil a resistir em defesa da estrutura sindical, à perda dos direitos trabalhistas e à exploração patronal.
Em várias ocasiões as greves eram feitas para garantir o cumprimento de acordos ou protestar contra a violação deles.
No Congresso Nacional não passava um dia sem uma tentativa qualquer de quebra de direitos e piora da situação.
A conjuntura econômica era de desemprego e informalidade, com baixo crescimento econômico e predomínio do pensamento neoliberal privatista, individualista e derrotista.
A coisa agora mudou. Em uma conjuntura econômica favorável, com crescimento econômico forte e continuado, milionária criação de empregos formais, valorização do salário mínimo e reajustes com ganhos reais, o movimento sindical, com a unidade de ação das centrais, tem obtido vitórias e garantido avanços.
A nova conjuntura se caracteriza pela possibilidade de obtenção das reivindicações e cumprimento das metas estabelecidas na Conclat.
Haverá uma pressão positiva, vinda das bases, para que o movimento, em cada um dos sindicatos, avance de acordo com as necessidades dos trabalhadores. O corneteiro aprende a tocar outra música.
A unidade de ação torna-se imperiosa, mas devemos estar atentos a duas coisas:
1) Recepcionar os novos trabalhadores que ingressam nas categorias e atender às exigências de todos os trabalhadores criadas pela nova situação;
2) Evitar a guerra de entidades pela disputa ou quebra de bases. A primeira tarefa é de responsabilidade prioritária dos sindicatos; já a segunda incumbe fortemente às centrais e será um dos papéis da Câmara de Estrutura Sindical a ser criada pelo Conselho Nacional de Relações do Trabalho.
É consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores.
João Guilherme Vargas Netto é membro do corpo técnico do Diap e consultor sindical de diversas entidades de trabalhadores
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