São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 15 de setembro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
O Câmera Aberta Sindical desta quarta-feira (15) será reprisado. A reprise decorre da impossibilidade de comparecimento do presidente da Federação dos Comerciários do Estado de São Paulo, Luiz Carlos Motta, que, com outros convidados, abordaria o 19º Congresso Sindical Comerciário, ocorrido em Praia Grande no final de agosto. É tradição do Câmera Aberta, todo ano, fazer um programa especial sobre o Congresso comerciário, devido ao peso da categoria em todo o Estado e à qualidade das palestras e debates durante os três dias de evento. Hoje - O foco do programa a ser reprisado é o trabalho social dos Sindicatos. Participam Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários do Estado de São Paulo e da UGT; Rosy Rodrigues, coordenadora do Programa de Apoio Psicoprofissional a Desempregados, que funciona desde 2002, em Guarulhos, apoiado pelo Sindicato dos metalúrgicos; e Valclécia Trindade, coordenadora da Fundação Eremim, que é um projeto social voltado para jovens, criado e apoiado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. João Franzin, apresentador do Câmera Aberta, comenta: “Vale a pena conhecer melhor as experiências mostradas no programa, que reafirmam o compromisso do sindicalismo com a inclusão social e a dignidade humana”. Assista - O Câmera é transmitido pela TV Aberta São Paulo (NET 9, TVA 72 ou 99 e TVA Digital 186) e apresentado pelo jornalista João Franzin. Assista também na internet, pelo site da TV Aberta São Paulo (www.tvaberta.tv.br). Você faz a pauta - Para divulgar sua entidade ou propor um tema para o programa, ligue 3231.3453 e fale com Dhayane. Participe: faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Centrais vão a Porto Alegre apoiar Paim
As principais Centrais Sindicais brasileiras participarão de uma manifestação unitária do movimento sindical em apoio à reeleição do senador gaúcho Paulo Paim, que durante seus oito anos de mandato no Senado Federal teve uma atuação marcadamente voltada para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e as condições de trabalho nas empresas. Na próxima sexta-feira (17), dirigentes da CUT, Força, Sindical, UGT, Nova Central, CTB e CGTB desembarcam em Porto Alegre (RS), para dar peso político nacional ao Encontro de Sindicalistas com Paim, que será realizado a partir das 14 horas na Paróquia Nossa Senhora da Pompéia, no bairro de Humaitá, na capital gaúcha. Apoio - “O Paim está acima de cores partidárias e das ideologias sindicais. Jogar um gás na sua campanha nesta reta final é muito importante, porque sua permanência no Senado representará um ganho muito grande para a classe trabalhadora”, afirma o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna). Mais informações:
Bancários começam negociações por reajuste de 11% O Comando Nacional dos Bancários negociará com a federação patronal (Fenaban), nesta quarta (15) e quinta-feira (16), o índice de reajuste da categoria na campanha salarial deste ano. Os trabalhadores reivindicam 11% de reajuste, Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) de três salários mais R$ 4 mil, elevação do Piso de R$ 1.074 para R$ 2.157, aumento do vale-refeição e da cesta-alimentação, auxílio-educação e previdência complementar para os bancários. Nas três rodadas anteriores, os banqueiros não atenderam reivindicações como combate ao assédio moral, fim das metas abusivas para venda de produtos, garantia de emprego, mais contratações, segurança contra assaltos e melhores condições de trabalho. “Os bancos não estão levando a sério nossas reivindicações, uma vez que as negociações ocorridas até agora não trouxeram avanços”, adverte o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro. “A intransigência da Fenaban está empurrando os bancários à greve”, diz. Mobilização - Na terça (14), os bancários realizaram um dia nacional de luta, promovendo manifestações em todo o País. Em São Paulo, cerca de 11 mil empregados em centros administrativos paralisaram as atividades até as 10 horas. Mais informações:
Eletricitários podem entrar em greve na Eletropaulo O Sindicato dos Eletricitários de São Paulo (Stieesp) está realizando várias assembleias para deliberação sobre a proposta do acordo coletivo com a AES Eletropaulo, o qual o Sindicato não concorda, podendo decretar greve de 24 horas, a partir da zero hora no dia 24 de setembro, junto com a decretação de assembleia em caráter permanente. A AES Eletropaulo tem o pior acordo entre as empresas do setor elétrico e, caso não avance nos itens gratificação de férias, incentivo a aposentadoria e extensão da licença maternidade, o Stieesp também poderá fazer greve nos dias que antecedem e no dia da eleição, 3 de outubro. A Eletropaulo registrou lucro de R$ 465 milhões no segundo trimestre deste ano, mais de 200% comparado ao um ano antes. O Sindicato já realizou 25 assembleias e, até agora, foram 2.121 participantes, dos quais 1.976 trabalhadores votaram a favor do encaminhamento proposto pelo Sindicato e apenas 59 contra. Em 17 assembleias, os trabalhadores rejeitam a proposta da AES Eletropaulo por unanimidade. Mais informações:
Metalúrgicos conquistam jornada menor na Brasmeck Os 85 empregados da Brasmeck, fábrica de juntas automotivas em Diadema, conquistaram a redução da jornada de 44 para 42 horas semanais. O acordo foi aprovado em assembleia na última quinta-feira (9). A redução será aplicada gradativamente até o final do ano que vem. Serão 30 minutos até novembro deste ano, 45 minutos no primeiro semestre do ano que vem e mais 45 minutos no segundo. PLR - O diretor do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sebastião Pereira Campos (Alemão), conta que a redução da jornada de trabalho não estava em pauta e surgiu em meio à negociação do PLR. “A fábrica começou a colocar dificuldade na negociação de PLR e a redução da jornada entrou com alternativa”, explica. O valor da PLR ficou igual ao do ano passado, mas a redução da jornada garantirá um ganho real. Mais informações:
Unidade, dos jornalistas, faz 35 anos
O primeiro número do Unidade circulou em agosto de 1975. Vida duradoura ao Unidade. E ainda mais longa à liberdade! Mais informações:
FGV aponta que um milhão deixou linha da pobreza em 2009 A crise global não interrompeu o combate à miséria no Brasil, onde um milhão de pessoas cruzaram a linha da pobreza entre 2008 e 2009. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) isso equivale a um recuo de 4,3% da pobreza neste período. Ou seja, mesmo com a crise, a participação de pobres na população brasileira recuou de 16,02% em 2008 para 15,32% em 2009. |
Por Pedro Azambuja Prezados companheiros, Conclamo os companheiros das principais Centrais Sindicais, Federações, Confederações e Sindicatos, a tomarem posições mais contundentes e práticas contra a mídia golpista. Esta, em seu afã de tentar salvar a sua fracassada candidatura conservadora Além de repercutirem os factóides dos tucanos e demistas (estes ainda existem?), por mais absurdos e fantasiosos Portanto, chamam de criminosas todas as organizações sindicais, não só as nacionais, mas eu diria até as internacionais. Esta velha mídia de direita sabe muito bem que desde o século 19, quando os trabalhadores começaram a se organizar em Sindicatos e, efetivamente, o feudalismo e a escravatura acabaram, essas entidades (sindicais) passaram a ser os maiores protagonistas nas grandes revoluções sociais e avanços alcançados no mundo moderno, em maior ou menor grau em cada cantinho do mundo. Procuram, portanto, sistematicamente enfraquecer o movimento sindical, que tem sido o único capaz de contestar e deter os pensamentos feudais e escravagistas que até hoje perduram nas hostes do capitalismo selvagem. Acusam o atual governo de aparelhar a máquina estatal com “facções” de sindicalistas – e infelizmente não tenho visto ninguém contestar esta mentira. Mas isto deveria ser contestado, nem que fosse para dizer que sim, existem vários ex-sindicalistas em todos os setores de atividades da sociedade e inclusive entre o empresariado. Sindicalistas que lá estão por competência e por formação como qualquer cidadão. Ou será que por ter sido sindicalista, o cidadão estará indelevelmente marcado por toda sua vida, não podendo exercer mais nenhuma atividade? Infelizmente este é mais um daqueles preconceitos sub-reptícios na nossa cultura. Só para contrariar, destaco dentre milhares de exemplos, o do metalúrgico sem diploma (a não ser os que ganhou em 2002/2006), “sindicalista” e reconhecido como o melhor Presidente que este País já teve: Luiz Inácio Lula da Silva. Reconhecimento, aliás, que se estendeu ao mundo que o considera um dos maiores estadistas da história. Como militante sindical há 35 anos e dirigente há 16 anos, proponho a todo movimento sindical uma reação contundente – principalmente à Central Única dos Trabalhadores, a CUT, da qual com muito orgulho, fui dirigente – no sentido que se organizem atos e protestos contra Estes conservadores e, principalmente, a sociedade em geral não devem esquecer que se hoje falam e escrevem abertamente, devem isso à luta do movimento sindical por liberdade neste País. E, também, que muitos sindicalistas deram a vida por este direito. Felizmente muitos jornalistas têm se insurgido contra esta hola conservadora, deixando claro que a liberdade pela qual todos nós sempre lutamos, carrega consigo a responsabilidade pelos direitos individuais e coletivos do cidadão. Pedro Azambuja é membro do setorial nacional de transportes do PT |
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