São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 17 de fevereiro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Em 2009, as Centrais Sindicais tiveram papel decisivo no enfrentamento da crise econômica e na luta por garantia de empregos. Este ano, além da geração de empregos e retomada do crescimento, teremos eleições. Qual é a pauta de reivindicações do movimento sindical e como está se organizando para garantir que sua pauta seja atendida?
Câmera Aberta na Rede Brasil TV estréia (Em São Paulo, Canal 59. ABC, Canal 45)
O Câmera Aberta Sindical faz nesta quarta-feira, dia 17, sua estréia em um Canal de TV de grande porte (UHF e VHF), que atinge mais de 20 milhões de lares em todo o País. É a Rede Brasil de Televisão. Na Rede Brasil, o Câmera, que tradicionalmente tem uma hora, será exibido numa versão compacta de meia hora, sendo levado ao ar toda quarta, das 11h30 ao meio-dia. O programa de estréia apresenta entrevista com Almino Affonso, ex-ministro do Trabalho no governo Goulart (Jango), ex-deputado federal e ex-vice-governador do Estado de São Paulo. Com exclusividade, Almino revela que, agora, ante novos fatos, acredita que o presidente Jango foi assassinado. Continuidade - O Câmera mantém suas exibições inéditas na TV Aberta São Paulo, ao vivo, toda quarta, das 19 às 20 horas (NET 9, TVA 72 e 99 ou 186 TV Digital). Reprises: TV Guarulhos, Big TV, Canal 20, quinta, das 19 às 20 horas; São José do Rio Preto - TV da Cidade, Canal 16, domingo, das 20 às 21 horas; São José dos Campos - Canal 95 – Vivax, quarta, das 19 às 20 horas; e na TVC (Presidente Venceslau), Canal 4, das 13 às 14 horas, também às quartas. Canal 59 - Na cidade de São Paulo, a Rede Brasil é sintonizada no Canal 59. No ABC, Canal 45. Mais informações no site da Rede Brasil: www.rbtv.com.br
Site da ANS orienta usuários dos planos de saúde O Brasil possui cerca de 40 milhões de usuários dos planos privados de saúde. Boa parte desse contingente ingressa no sistema por meio da adesão coletiva de seus empregadores, e muitos sequer têm noções básicas e acerca de seus direitos e das obrigações dos convênios médicos. Em regra, a pessoa recebe apenas a carteirinha e o livreto (orientador) com relação de médicos e hospitais conveniados.A partir daí é cada um por si e (em regra) o convênio médico contra todos: demora na marcação de consulta, demora ainda maior na realização de exames, filas e criação crescente de dificuldades para o usuário. Um dos graves problemas do usuário de convênios é, portanto, a desinformação. Uma saída, obviamente, é aumentar o grau de informação do consumidor. Um caminho é o site da Agência Nacional de Saúde Complementar. ANS. Acesse: www.ans.gov.br |
13 de fevereiro: a favor dos garis e contra o preconceito Por Djalma da Silva e Maria Isabel Existe na cidade de São Paulo um gari para cada 1.743 habitantes. Entre varredores e coletores, no total, são 12 mil trabalhadores. No Brasil, são mais de 230 mil. Responsáveis por recolher, em média, 10 toneladas de lixo e correr entre 12 e 15 km por dia, estes trabalhadores mantêm a cidade limpa, fazem o controle de pragas, evitam a proliferação de doenças e ainda conservam praças e áreas verdes. Mas isso parece significar pouco para o jornalista Boris Casoy. Afinal, do alto de suas vassouras, como disse o próprio jornalista, dois lixeiros – e acima de tudo cidadãos – não podem desejar felicidades ao Brasil. O pensamento do jornalista, que vazou por causa de uma falha técnica, é retrógrado, classista, preconceituoso e desclassifica trabalhadores somente porque eles realizam trabalhos braçais. Enquanto para Casoy, “dois lixeiros, [são] o mais baixo na escala do trabalho!” para a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs/CUT), estes trabalhadores são estimados e valorosos. Afinal, exercem suas funções – de enorme importância social – com competência, mesmo sendo um trabalho extenuante e correndo o risco de se cortarem ou se ferirem durante a sua jornada de trabalho. Imagine, por exemplo, se houvesse uma greve geral de jornalistas e não circulasse durante uma semana nenhum jornal. Que nenhuma notícia fosse divulgada na internet e nem na televisão. Quem perceberia? Quem sentiria falta? Imagine, agora, que nesta mesma semana o lixo das ruas não fosse varrido, as praças não fossem conservadas e o lixo não fosse recolhido devido a uma greve geral dos garis. Quem não perceberia? Quem não sentiria falta? Já pensou no caos que ficaria? É neste sentido que a Contracs pretende alertar toda sociedade: não existe trabalho melhor ou pior, pois a classe trabalhadora é uma só. Cada profissão e trabalho têm sua importância e função. Todos, sem exceção, merecem ser respeitados pelas atividades que desenvolvem e pelo trabalho que executam. A Contracs, juntamente com seus Sindicatos de limpeza e conservação, defende e luta por esta categoria que presta um trabalho de saúde pública à população, mesmo que esta ignore sua presença nas ruas da cidade. Por isso, dia 13 de fevereiro – aniversário de Boris Casoy –, fazemos esta homenagem aos garis para varrer o preconceito que existe na cabeça deste jornalista e mostrar para toda a sociedade que, unida, a classe trabalhadora valoriza e respeita o trabalho de todos os garis do Brasil. |
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