Repórter Sindical

 


Patah abre programa especial com Centrais
no Câmera Aberta desta quarta, dia 17

São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 17 de fevereiro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Guarulhos:
TV Guarulhos, BIG TV, Canal 20 – dia 18 de fevereiro, das 19 às 20 horas.
São José dos Campos
: Canal 95, Vivax – 24 de fevereiro, das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas.
São José do Rio Preto
: TV da Cidade, Canal 16 – 21 de fevereiro, das 20 às 21 horas.
Reprises: terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas.
Presidente Venceslau:
TVC - TV a Cabo Venceslau, Canal 4 – 24 de fevereiro, das 13 às 14 horas


Ricardo Patah, João Franzin e Eduardo Pavão (assessor da UGT)

Em 2009, as Centrais Sindicais tiveram papel decisivo no enfrentamento da crise econômica e na luta por garantia de empregos. Este ano, além da geração de empregos e retomada do crescimento, teremos eleições. Qual é a pauta de reivindicações do movimento sindical e como está se organizando para garantir que sua pauta seja atendida?

Para responder a essas e outras perguntas o Câmera Aberta Sindical inicia nesta quarta-feira, dia 17, uma série especial de entrevistas com os presidentes das Centrais Sindicais. O primeiro convidado é Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) e do Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

Você faz a pauta - O Câmera é apresentado ao vivo pelo jornalista João Franzin, toda quarta-feira, das 19 às 20 horas, na TV Aberta São Paulo (9 NET e 72/99 TVA). Para divulgar sua entidade ou propor um tema para o programa, ligue 3231.3453 e fale com Dhayane/Gisele.


Assista pela internet: www.tvaberta.com

E-mail: cameraabertasindical@agenciasindical.com.br

 

Câmera Aberta na Rede Brasil TV estréia
nesta quarta, dia 17, às 11h30

 (Em São Paulo, Canal 59. ABC, Canal 45)

Foto: Nivaldo Honório

Franzin com Raul Jafet,  Francisco Gois (superintendente da Rede Brasil), Walter Ciglioni e Samys Montanaro

O Câmera Aberta Sindical faz nesta quarta-feira, dia 17, sua estréia em um Canal de TV de grande porte (UHF e VHF), que atinge mais de 20 milhões de lares em todo o País. É a Rede Brasil de Televisão.

Na Rede Brasil, o Câmera, que tradicionalmente tem uma hora, será exibido numa versão compacta de meia hora, sendo levado ao ar toda quarta, das 11h30 ao meio-dia.

O programa de estréia apresenta entrevista com Almino Affonso, ex-ministro do Trabalho no governo Goulart (Jango), ex-deputado federal e ex-vice-governador do Estado de São Paulo. Com exclusividade, Almino revela que, agora, ante novos fatos, acredita que o presidente Jango foi assassinado.

Continuidade - O Câmera mantém suas exibições inéditas na TV Aberta São Paulo, ao vivo, toda quarta, das 19 às 20 horas (NET 9, TVA 72 e 99 ou 186 TV Digital). Reprises: TV Guarulhos, Big TV, Canal 20, quinta, das 19 às 20 horas; São José do Rio Preto - TV da Cidade, Canal 16, domingo, das 20 às 21 horas; São José dos Campos - Canal 95 – Vivax, quarta, das 19 às 20 horas; e na TVC (Presidente Venceslau), Canal 4, das 13 às 14 horas, também às quartas.

Canal 59 - Na cidade de São Paulo, a Rede Brasil é sintonizada no Canal 59. No ABC, Canal 45. Mais informações no site da Rede Brasil: www.rbtv.com.br

Site da ANS orienta usuários dos planos de saúde

O Brasil possui cerca de 40 milhões de usuários dos planos privados de saúde. Boa parte desse contingente ingressa no sistema por meio da adesão coletiva de seus empregadores, e muitos sequer têm noções básicas e acerca de seus direitos e das obrigações dos convênios médicos. Em regra, a pessoa recebe apenas a carteirinha e o livreto (orientador) com relação de médicos e hospitais conveniados.

A partir daí é cada um por si e (em regra) o convênio médico contra todos: demora na marcação de consulta, demora ainda maior na realização de exames, filas e criação crescente de dificuldades para o usuário.

Um dos graves problemas do usuário de convênios é, portanto, a desinformação. Uma saída, obviamente, é aumentar o grau de informação do consumidor.

Um caminho é o site da Agência Nacional de Saúde Complementar.

ANS. Acesse: www.ans.gov.br

 

13 de fevereiro: a favor dos garis e contra o preconceito

Por Djalma da Silva e Maria Isabel

Existe na cidade de São Paulo um gari para cada 1.743 habitantes. Entre varredores e coletores, no total, são 12 mil trabalhadores. No Brasil, são mais de 230 mil. Responsáveis por recolher, em média, 10 toneladas de lixo e correr entre 12 e 15 km por dia, estes trabalhadores mantêm a cidade limpa, fazem o controle de pragas, evitam a proliferação de doenças e ainda conservam praças e áreas verdes.

Mas isso parece significar pouco para o jornalista Boris Casoy. Afinal, do alto de suas vassouras, como disse o próprio jornalista, dois lixeiros – e acima de tudo cidadãos – não podem desejar felicidades ao Brasil.

O pensamento do jornalista, que vazou por causa de uma falha técnica, é retrógrado, classista, preconceituoso e desclassifica trabalhadores somente porque eles realizam trabalhos braçais.

Enquanto para Casoy, “dois lixeiros, [são] o mais baixo na escala do trabalho!” para a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio e Serviços (Contracs/CUT), estes trabalhadores são estimados e valorosos. Afinal, exercem suas funções – de enorme importância social – com competência, mesmo sendo um trabalho extenuante e correndo o risco de se cortarem ou se ferirem durante a sua jornada de trabalho.

Imagine, por exemplo, se houvesse uma greve geral de jornalistas e não circulasse durante uma semana nenhum jornal. Que nenhuma notícia fosse divulgada na internet e nem na televisão. Quem perceberia? Quem sentiria falta? Imagine, agora, que nesta mesma semana o lixo das ruas não fosse varrido, as praças não fossem conservadas e o lixo não fosse recolhido devido a uma greve geral dos garis. Quem não perceberia? Quem não sentiria falta? Já pensou no caos que ficaria?

É neste sentido que a Contracs pretende alertar toda sociedade: não existe trabalho melhor ou pior, pois a classe trabalhadora é uma só. Cada profissão e trabalho têm sua importância e função. Todos, sem exceção, merecem ser respeitados pelas atividades que desenvolvem e pelo trabalho que executam.

A Contracs, juntamente com seus Sindicatos de limpeza e conservação, defende e luta por esta categoria que presta um trabalho de saúde pública à população, mesmo que esta ignore sua presença nas ruas da cidade.

Por isso, dia 13 de fevereiro – aniversário de Boris Casoy –, fazemos esta homenagem aos garis para varrer o preconceito que existe na cabeça deste jornalista e mostrar para toda a sociedade que, unida, a classe trabalhadora valoriza e respeita o trabalho de todos os garis do Brasil.
 
Djalma da Silva é Secretário de Políticas Sindicais e Maria Isabel é Secretária de Organização da Contracs/CUT