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Frentistas debatem regulamentação e
data-base no Câmera Aberta desta quarta
São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 12 de agosto, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Guarulhos:TV Guarulhos, BIG TV, Canal 20 – dia 13 de agosto, das 19 às 20 horas.
São José dos Campos: Canal 95, Vivax – 19 de agosto, das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas.
São José do Rio Preto: TV da Cidade, Canal 16 – 16 de agosto, das 20 às 21 horas.
Reprises: terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas.
Presidente Venceslau: TVC - TV a Cabo Venceslau, Canal 4 – 19 de agosto, das 13 às 14 horas
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Câmera Aberta dia 5, com Altamiro Borges, Jorge Ferreira,
João Inocentini e Anderson Hernandes
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Unificar a data-base e regulamentar a profissão de frentista. Essas foram as principais deliberações do seminário “Juntos somos mais forte” promovido pela Federação Nacional dos Frentistas, que representa 400 mil trabalhadores em todo o País.
De acordo com o presidente da Federação, Antônio Porcino Sobrinho, a proposta é unificar as Convenções Coletivas para valorizar os Pisos, garantindo direitos e benefícios a todos os frentistas.
Porcino é um dos convidados do Câmera Aberta Sindical desta quarta, dia 12, que vai contar também com o secretário-geral da Federação e presidente do Sindicato dos Frentistas de Osasco, Luiz Arraes; e a presidente do Sindicato dos Frentistas de Guarulhos e Região e diretora da Federação, Telma Cardia. O programa também mostrará reportagem sobre o 6º Congresso Nacional da Força Sindical, realizado em Praia Grande (SP) de 29 a 31 de julho.
Sintonize - Quartas, das 19 às 20 horas, ao vivo, na TV Aberta São Paulo (NET 9, TVA 72); quintas, das 19 às 20 horas, reprise; em Guarulhos, pela TV Guarulhos, canal 20, toda quinta, das 19 às 20 horas; em São José dos Campos, pelo canal 95, na Vivax, toda quarta-feira das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas; em São José do Rio Preto, todo domingo, na TV da Cidade (Canal 16), às 20 horas, com reprise às terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas; e em Presidente Venceslau, toda quarta na TV a Cabo Venceslau, das 13 às 14 horas.
Assista pela internet: www.tvaberta.com
E-mail: cameraabertasindical@agenciasindical.com.br

Crescimento amplo, geral e irrestrito
Passada a tempestade, não resta dúvida de que a imprensa exagerou no tamanho e na repercussão da crise. Como se vê, o mundo não acabou. Ao contrário, e a contar o que mostra a mesma imprensa, a economia começa a se aquecer, indicando um segundo semestre de crescimento.
O boletim eletrônico de hoje repercute o caderno de Economia do Estado de S. Paulo.
Manchete do caderno
Indústria prevê alta de exportações
Duas pesquisas mostram que a demanda externa começa a reagir, depois da forte queda no primeiro semestre.
Estudo da Fiesp com 78 indústrias mostram que os executivos esperam crescimento de 7,6% na receita de exportação sobre o primeiro semestre. Sondagem da Fundação Getúlio Vargas, com 1.115 indústrias revela que, pela primeira vez no ano, o número de empresas que prevêem aumento nas exportações supera o número de indústrias que projetam retração.
Celso Ming aponta “Virada de Jogo”
O título do colunista da página 2 é autoexplicativo. À certa altura, ele escreve: “Os últimos relatórios sobre o desempenho do emprego nos Estados Unidos sugerem que a recuperação está a caminho”.
Dia dos pais vende mais
Na página 2, pequena nota registra: “As vendas relativas ao dia dos pais, realizadas entre 3 e 9 de agosto, subiram 2,2% em todo o Brasil em relação a período similar do ano passado”. Fonte citada: Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio
Balança tem superávit
Na página 3, registra o Estadão: “Superávit é de quase US$ bi na 1ª. Semana”. Abertura da matéria: “A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 935 milhões na primeira semana de agosto, segundo informou o Ministério do Desenvolvimento.
Vendas no comércio sobem 10,8%
A segunda manchete da quarta página anuncia: “Vendas no comércio de SP sobem 10,8%”.
O comércio varejista na Capital paulista registrou em junho os primeiros sinais de recuperação. Comparado ao mesmo mês de 2008, o salto foi de 10,8% nas vendas.
Aposentados podem ter aumento maior
“Governo admite dar reajuste acima da inflação para aposentados”, diz manchete da página B6, adiantando que “reajuste de 7% em janeiro representaria aumento real de cerca de 3%". O aumento beneficiaria mais de 8 milhões de aposentados e pensionistas que recebem acima do salário mínimo.
Sobe financiamento de imóvel
Manchetaça da página B7 proclama: “Financiamento de imóvel cresce 29%.” E a linha fina registra que no primeiro semestre o total de recursos da caderneta usado no financiamento de moradias atingiu R$ 8 bilhões. Retranca diz que “Lular quer acelerar programa para entregar 1 milhão de casas até 2010”. É, neste caso, o “Minha casa, minha Dilma”.
Seguindo a carruagem até a página B11, o que temos é um artigo do Nobel de Economia, Paul Krugman, que assim abre seu texto: “Parece afinal que não teremos uma segunda Grande Depressão. O que nos salvou? A reposta é, basicamente, uma grande intervenção governamental”. E segue: “Aparentemente, a catásfrofe total parece agora improvável. E a razão disto é a grande intervenção governamental, administrada por pessoas que compreendem as virtudes do governo”.
Portanto, se você é daqueles que só enxergam crise, é melhor começar a ler o “Estadão”. Até porque, só pra finalizar, a página B12 dá de manchete: “Bovespa tem maior índice em 1 ano”.
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João Franzin,
jornalista e assessor sindical
Sindicalismo debate meio ambiente
Por João Franzin
A devastação ambiental atinge muito mais os pobres do que os ricos. Afinal, é o pobre que vive nas áreas degradadas, contaminadas, sem verde, sem saneamento, com córregos sujos a céu aberto, em baixios alagadiços, perto de lixões. O rico, se quiser, toma banho de água mineral. Dentro da própria fábrica, essa diferença é notória: o escritório é limpo, silencioso e saudável; já o salão da fábrica é, em geral, poluído, barulhento e local de risco.
Portanto, a questão ambiental também tem um viés classista e se insere na luta por mudanças e melhorias na estrutura da sociedade. Um dia chegaria ao movimento sindical, e chegou.
O Sindicato dos Metalúrgicos e Guarulhos e Região, por exemplo, cunhou a frase “A defesa da natureza começa dentro da fábrica”. A entidade tem adotado políticas ambientalistas e tentado levar essa bandeira para as ações sindicais, com ênfase nas Cipas das empresas. Agora, ao promover seu 5º Encontro da Juventude, a entidade põe a questão ambiental no centro do evento.
Na Força Sindical, esse tema também começa a ser tratado na agenda de ações. O 1º de Maio de 2007, por exemplo, teve a defesa do meio ambiente como mote principal. E os demais eventos forcistas vêm tratando da questão.
A luta ambiental também avança na CUT. No recente 10º Concut, a Central firmou parceria com o Ministério do Meio Ambiente que baixou resolução colocando as entidades sindicais no centro dos debates ambientais. A novidade é que o estudo de impacto ambiental passa agora a contemplar também a saúde dos trabalhadores.
São avanços, que aos poucos vão trazendo para a agenda sindical questão de tamanha importância e que, historicamente, é restrita a setores mais intelectualizados e de classe média da população.
É de se comemorar.
João Franzin
Jornalista da Agência Sindical |