Wagner Gomes, presidente da CTB, fala
ao Câmera Aberta nesta quarta (12)

São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 12 de maio, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Guarulhos:
TV Guarulhos, BIG TV, Canal 20 – dia 13 de maio, das 19 às 20 horas.
São José dos Campos
: Canal 95, Vivax – 19 de maio, das 19 às 20 horas e reprise às 23 horas.
São José do Rio Preto
: TV da Cidade, Canal 16 – 16 de maio, das 20 às 21 horas.
Reprises:
terças-feiras, às 11 horas, e quintas-feiras, às 15 horas.
Presidente Venceslau:
TVC - TV a Cabo Venceslau, Canal 4 – 19 de maio, das 13 às 14 horas
Rede Brasil de TV – quartas-feiras, às 11h30, para todo o Brasil. Via Satélite - Canais UHF:
14, 45 e 59 (São Paulo); 59 e 42 (Minas Gerais); 57 (Rio de Janeiro); 59 (Distrito Federal);
50 (Espírito Santo); 26 (Goiás); 27 (Mato Grosso); 23 (Mato Grosso do Sul); 4, 22 e 30 (Paraná);
13 (Santa Catarina); 55 e 58 (Rio Grande do Sul); 15 (Bahia); 20 (Pernambuco);
55 (Maranhão); 38 (Rondônia); 20 (Amazonas); 17 (Pará); 13 (Acre); e 5 (Tocantins).

O Câmera Aberta Sindical da próxima quarta, dia 12, leva ao ar entrevista exclusiva concedida por Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Trata-se da quinta entrevista da série com os presidentes de Central. Falta, ainda, por questões de agenda, gravar o programa com José Calixto Ramos, da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).

Na entrevista que vai ao ar quarta, com uma hora de duração, Wagner Gomes fala do nascimento da CTB, em dezembro de 2007, mostra números de seu crescimento e explicita as posições da Central, que defende a unicidade sindical. Segundo Wagner, a CTB é uma Central pluralista na sua composição, pois abriga sindicalistas ligados a diferentes partidos ou sem vinculação partidária.

Assista - Apresentado pelo jornalista João Franzin, o Câmera Aberta Sindical entra no ar, às 19 horas, pela TV Aberta São Paulo (NET 9/ TVA 72 ou 99 e TVA Digital 186).

Rede Brasil – O Câmera Aberta também é transmitido para todo o País através da Rede Brasil de TV, toda quarta, às 11h30.

Participe: faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Assista pela internet: www.tvaberta.com
E-mail: cameraabertasindical@agenciasindical.com.br

Cutistas de São Paulo definem
participação na Conclat

Os dirigentes dos principais Sindicatos cutistas da região metropolitana de São Paulo definiram, em reunião na última quinta-feira (6), organizar caravanas para garantir que a Central leve o maior número de militantes à Conferência da Classe Trabalhadora - Assembléia Nacional, que as Centrais Sindicais vão realizar no dia 1º junho no estádio do Pacaembu, em São Paulo.

“Estamos vivendo um momento histórico muito importante e devemos estar à altura. Vamos fazer história”, disse o presidente da CUT São Paulo, Adi dos Santos Lima. O ato deve reunir mais de 40 mil pessoas e vai servir para definir e divulgar a plataforma que o movimento sindical vai levar aos candidatos à presidência da República.

Fonte: CUT
www.cut.org.br

Metalúrgicos da Delga conquistam
jornada de 40 horas semanais

Os trabalhadores da empresa Delga de Ferraz de Vasconcelos conquistaram, após uma greve que parou completamente a empresa nos dias 3, 4 e 5 de maio, um acordo que garante Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) no valor de R$ 1.700,00; o trabalho num sábado sim e outro não; e a revisão do plano de cargo dos salários.

Segundo o Sindicato da categoria, a principal conquista foi a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. Num primeiro momento a redução na carga horária será de 2 horas, com início a partir de 1° de junho. A partir de 2011, haverá a diminuição de mais 2 horas sendo meia hora a cada seis meses.

União - O presidente do Sindicato, Alfredo de Jesuz Filho, considerou a conquista um feito histórico. “Esta é uma luta antiga, que foi possível devido à união de todos e o auxílio do Sindicato”, destacou.

Fonte: Força Sindical
www.fsindical.org.br

Sarney diz que votação do reajuste
dos aposentados depende de líderes

Foto: André Cruz/ABr

O presidente do Senado, José Sarney, afirmou aos dirigentes das Centrais Sindicais com quem se encontrou, na quarta-feira (5), que a rapidez da votação do reajuste dos aposentados dependerá dos líderes partidários. O texto – já aprovado na Câmara – concede aumento de 7,72% aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (Paulinho), sugeriu que Sarney tentasse colocar a matéria em votação nesta semana. “Tudo depende dos líderes”, respondeu Sarney. Paulinho avaliou que o presidente Lula não irá vetar o reajuste dos aposentados.

Líderes - O senador Paulo Paim (PT-RS), que também participou do encontro, disse que “pela lógica” os senadores também aprovarão o fim do fator previdenciário, pois já concordaram com a extinção do mecanismo em outra proposta. Paim prometeu procurar os líderes partidários para defender a aprovação da proposta com rapidez e sem mudanças.

Mais informações:
www.senado.gov.br

Aumenta expectativa de safra recorde

A distribuição equilibrada de chuvas e a boa produtividade do milho e da soja continuam elevando a expectativa de colheita da safra 2009/2010, estimada em 146,81 milhões de toneladas faltando dois meses para o fim deste ciclo, o que será um novo recorde. A projeção é 8,7% acima das 135,13 milhões de toneladas do ciclo anterior.

 

 

Miguel do Rosário no blog Óleo do Diabo

 



Os muquiranas
voltaram

Os urubus sentiram cheiro de carniça. A quebradeira na Grécia trouxe alegria aos agourentos. Miriam Leitão voltou a ser feliz, porque pode apontar os dedos para o berço da civilização ocidental e vaticinar as mesmas desgraças para nós.

A boa vontade oficial para com reajustes acima da inflação na previdência, por exemplo, é mostrada como erro terrível que nos conduzirá ao abismo.

Acontece que o Brasil não tem nada a ver com a Grécia. Nem jamais terá. Sem contar que a crise grega está muito mal explicada. O culpado não é o funcionário público grego ou a previdência. Ou pelo menos não só isso.

Os países ricos possuem vastos e generosos programas de previdência social, com níveis de salário muito superiores aos praticados no Brasil. Esse é um dos fatores que fazem deles ricos e desenvolvidos. Há mais dinheiro circulando internamente. A política da muquiranagem que alguns círculos econômicos defendem para o Brasil tem um fundamento ideológico reacionário, colonizado, injusto.

Explico. Primeiro porque ainda falta muito para o peso do funcionalismo no Brasil atingir o patamar dos países europeus mais liberais. Quanto mais a Grécia, que supostamente exagerou no estatismo. Em segundo lugar porque o Brasil, ao contrário da Grécia, tem uma população jovem e um potencial econômico extraordinário.

A Grécia, país de topografia acidentada, com suas ilhas minúsculas, não tem agricultura, não tem minérios, não tem petróleo. Suas indústrias foram sugadas pelo ultra-moderno aspirador alemão, de um lado, e pelos modelos populares da Ásia, de outro.

Provado está que a previdência é uma das âncoras sociais mais importantes do país, e que o aposentado colabora fortemente para a estabilidade econômica. A aposentadoria, contudo, é baixa. Há espaço para ampliar os salários.

Os urubus esquecem que esse dinheiro não é totalmente um gasto, porque ele volta para o governo multiplicado na forma de impostos e desenvolvimento. O aposentado compra, se diverte, ajuda a família.

O trabalhador brasileiro é sofrido, ganha pouco, sem falar nas terríveis privações por que passou na história recente. Se há perspectivas positivas para a economia brasileira, é justo que os aposentados, que viram seu poder aquisitivo despencar vergonhosamente nas últimas décadas, ganhem um pouquinho mais.

Miguel do Rosário no blog Óleo do Diabo. Extraído do site do Diap