Wagner Gomes, presidente da CTB, fala São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 12 de maio, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA O Câmera Aberta Sindical da próxima quarta, dia 12, leva ao ar entrevista exclusiva concedida por Wagner Gomes, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). Trata-se da quinta entrevista da série com os presidentes de Central. Falta, ainda, por questões de agenda, gravar o programa com José Calixto Ramos, da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST).
Na entrevista que vai ao ar quarta, com uma hora de duração, Wagner Gomes fala do nascimento da CTB, em dezembro de 2007, mostra números de seu crescimento e explicita as posições da Central, que defende a unicidade sindical. Segundo Wagner, a CTB é uma Central pluralista na sua composição, pois abriga sindicalistas ligados a diferentes partidos ou sem vinculação partidária. Participe: faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Cutistas de São Paulo definem Os dirigentes dos principais Sindicatos cutistas da região metropolitana de São Paulo definiram, em reunião na última quinta-feira (6), organizar caravanas para garantir que a Central leve o maior número de militantes à Conferência da Classe Trabalhadora - Assembléia Nacional, que as Centrais Sindicais vão realizar no dia 1º junho no estádio do Pacaembu, em São Paulo.
Fonte: CUT
Metalúrgicos da Delga conquistam Os trabalhadores da empresa Delga de Ferraz de Vasconcelos conquistaram, após uma greve que parou completamente a empresa nos dias 3, 4 e 5 de maio, um acordo que garante Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR) no valor de R$ 1.700,00; o trabalho num sábado sim e outro não; e a revisão do plano de cargo dos salários.
União - O presidente do Sindicato, Alfredo de Jesuz Filho, considerou a conquista um feito histórico. “Esta é uma luta antiga, que foi possível devido à união de todos e o auxílio do Sindicato”, destacou. Fonte: Força Sindical
Sarney diz que votação do reajuste
O presidente do Senado, José Sarney, afirmou aos dirigentes das Centrais Sindicais com quem se encontrou, na quarta-feira (5), que a rapidez da votação do reajuste dos aposentados dependerá dos líderes partidários. O texto – já aprovado na Câmara – concede aumento de 7,72% aos aposentados que ganham mais de um salário mínimo. O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (Paulinho), sugeriu que Sarney tentasse colocar a matéria em votação nesta semana. “Tudo depende dos líderes”, respondeu Sarney. Paulinho avaliou que o presidente Lula não irá vetar o reajuste dos aposentados. Líderes - O senador Paulo Paim (PT-RS), que também participou do encontro, disse que “pela lógica” os senadores também aprovarão o fim do fator previdenciário, pois já concordaram com a extinção do mecanismo em outra proposta. Paim prometeu procurar os líderes partidários para defender a aprovação da proposta com rapidez e sem mudanças. Mais informações:
Aumenta expectativa de safra recorde
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Os urubus sentiram cheiro de carniça. A quebradeira na Grécia trouxe alegria aos agourentos. Miriam Leitão voltou a ser feliz, porque pode apontar os dedos para o berço da civilização ocidental e vaticinar as mesmas desgraças para nós. A boa vontade oficial para com reajustes acima da inflação na previdência, por exemplo, é mostrada como erro terrível que nos conduzirá ao abismo. Acontece que o Brasil não tem nada a ver com a Grécia. Nem jamais terá. Sem contar que a crise grega está muito mal explicada. O culpado não é o funcionário público grego ou a previdência. Ou pelo menos não só isso. Os países ricos possuem vastos e generosos programas de previdência social, com níveis de salário muito superiores aos praticados no Brasil. Esse é um dos fatores que fazem deles ricos e desenvolvidos. Há mais dinheiro circulando internamente. A política da muquiranagem que alguns círculos econômicos defendem para o Brasil tem um fundamento ideológico reacionário, colonizado, injusto. Explico. Primeiro porque ainda falta muito para o peso do funcionalismo no Brasil atingir o patamar dos países europeus mais liberais. Quanto mais a Grécia, que supostamente exagerou no estatismo. Em segundo lugar porque o Brasil, ao contrário da Grécia, tem uma população jovem e um potencial econômico extraordinário. A Grécia, país de topografia acidentada, com suas ilhas minúsculas, não tem agricultura, não tem minérios, não tem petróleo. Suas indústrias foram sugadas pelo ultra-moderno aspirador alemão, de um lado, e pelos modelos populares da Ásia, de outro. Provado está que a previdência é uma das âncoras sociais mais importantes do país, e que o aposentado colabora fortemente para a estabilidade econômica. A aposentadoria, contudo, é baixa. Há espaço para ampliar os salários. Os urubus esquecem que esse dinheiro não é totalmente um gasto, porque ele volta para o governo multiplicado na forma de impostos e desenvolvimento. O aposentado compra, se diverte, ajuda a família. O trabalhador brasileiro é sofrido, ganha pouco, sem falar nas terríveis privações por que passou na história recente. Se há perspectivas positivas para a economia brasileira, é justo que os aposentados, que viram seu poder aquisitivo despencar vergonhosamente nas últimas décadas, ganhem um pouquinho mais. Miguel do Rosário no blog Óleo do Diabo. Extraído do site do Diap |
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