São Paulo: TV Aberta São Paulo, dia 10 de novembro, das 19 às 20 horas, 9 NET e 72/99 TVA
Representantes das Centrais entregaram, no último dia 4 de novembro, a pauta unificada ao relator do Orçamento para 2011,
Gim Argello (PTB-DF), reivindicando aumento de 13% para o salário mínimo, que pode chegar a R$ 580,00 – um aumento real de 7,5%. Participe: faça sua pergunta ao vivo: 3877.0078
Metalúrgicos da Força conquistam 9% de reajuste salarial
Após intensas negociações e mobilizações, a Federação dos Metalúrgicos do Estado O reajuste vale a partir da data-base (1º de novembro) para as empresas dos grupos 3 (autopeças), 19-3 (trefilação e laminação), 2 (máquinas e eletroeletrônicos), fundição e produtos para siderurgia. As negociações continuam com os grupos patronais 10 (Fiesp), estamparia, funilaria e pintura, que ainda não apresentaram uma contraproposta satisfatória. Benefícios - Nos setores de autopeças e fundição, os trabalhadores também conquistaram a ampliação da licença-maternidade de 120 para 180 dias. “Foi uma negociação dura e de forma democrática, pois ouvimos todas as bases ligadas à Federação para definirmos os acordos da Campanha Salarial 2010”, destaca o presidente da entidade, Claudio Magrão. A assembleia foi comandada por Claudio Magão; Francisco Sales, vice-presidente da Federação; Eliseu Costa, tesoureiro; Edison Venâncio, secretário; Jorginho Nazareno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco; José Pereira dos Santos, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos; e Cidão, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul. Mais informações:
Greve na Cemig continua com mobilizações por todo o Estado
A empresa ofereceu reposição das perdas pela inflação e apenas 0,8% de aumento real. Também propôs duas remunerações acrescidas de 0,35 remuneração ou R$ 2.400,00, o que for maior, a título de participação extraordinária. Insatisfação - O coordenador geral do Sindieletro, Jairo Nogueira Filho, avalia que os trabalhadores não vão aceitar pressões da Cemig, porque a greve é um instrumento de luta legal e legítimo e a empresa não pode e não deve coibi-los. Segundo a entidade, os eletricitários estão insatisfeitos e os salários defasados. Mais informações:
Fundacentro promove a IX Semana da Pesquisa A Fundacento iniciou, na segunda-feira (8), a IX Semana da Pesquisa, evento promovido a cada dois anos e que visa promover o intercâmbio técnico e científico entre os servidores da instituição e seus parceiros. Durante a semana, serão realizados debates sobre mecanismos institucionais para o desenvolvimento de parcerias e avaliação de resultados alcançados. A programação inclui apresentações de teses de doutorado e mestrado defendidas de 2008 a 2010 por servidores da Fundacentro, palestras e mesas-redondas com participação de acadêmicos e profissionais da área de segurança e saúde no trabalho. Também haverá sessões específicas de comunicação técnico-científica de trabalhos originais e apresentações de trabalhos em pôsteres. Local - A IX Semana da Pesquisa está ocorrendo no Auditório Edson Hatem do Centro Técnico Nacional da Fundacentro, localizado na rua Capote Valente, 710, Pinheiros, São Paulo. Mais informações:
Lojas Americanas tem superlucro no terceiro trimestre
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Por Vilson Antonio Romero Além de todo o cipoal político e partidário a ser administrado para garantir a governabilidade, com certeza há um sem número de desafios a serem enfrentados pelo governo que assume no início de 2011, com vistas a conduzir o Brasil à condição de 7ª economia mundial. A unidade de pesquisas da revista The Economist prevê que isto ocorrerá no próximo ano, quando o Brasil deve retornar à posição já ocupada em 1994, ultrapassando a Itália. Um jornal gaúcho (Zero Hora) recentemente perguntou aos seus leitores qual seria, no entender deles, o maior desafio da presidente da República. Não foge à população em geral e aos leitores do jornal a velha e surrada constatação que a Nação está em débito com seus cidadãos. Há muito que fazer nas áreas de saúde, educação, segurança, habitação, saneamento básico e infraestrutura. As deficiências nestes e em outros setores não mencionados também derivam da ineficiência e gigantismo do Estado, da corrupção, da malversação dos recursos públicos, males a serem enfrentados sem titubeios por este e todos os governos. Outros leitores do jornal se manifestaram que a presidente eleita deve “cumprir as promessas de campanha, respeitar a palavra empenhada” ou “obedecer e respeitar a Constituição, formando uma equipe capaz de superar desafios sem render-se à corrupção”. Mas, inequivocamente, a preocupação mais mencionada se direciona para a lamentável situação da saúde pública, citada por um dos leitores como “a maior ferida do momento”. Diversos caíram no chavão de reafirmar que “a saúde pública brasileira está na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)”. Ou seja, há muito a ser feito pelo e no Sistema Único de Saúde para que chegue perto de níveis satisfatórios de atendimento. Realçada no discurso de vitória eleitoral, a erradicação da miséria também é meta a ser perseguida. Apesar de termos evoluído bastante nas últimas décadas, este desafio é outro dos tantos a serem enfrentados sem tréguas pela equipe de Dilma Rousseff. Só aguardemos que não haja simplificações como a pura ressurreição da CPMF ou de novo o debate massacrante sobre aposentadorias do INSS ou dos servidores públicos, sem que temas relevantes outros sejam enfrentados com vigor e energia. Nisto se insere a reforma política, a absurda carga tributária, o tamanho do Estado e a dívida pública interna prestes a explodir. Assuntos que devem, da mesma forma, integrar a pauta e a agenda da governabilidade. Vilson Antonio Romero é jornalista, auditor fiscal da Receita e presidente |
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